quinta-feira, 7 de julho de 2011

Nova era (segunda parte)

Segunda parte:
O agricultor foi substituído por um robô, nas grandes fábricas de eletrodomésticos substituíram quatro operários por um robô, a recepcionista e a secretária foram substituídas eletronicamente. Bancos e Seguradoras substituíram milhões de vozes humanas por atendimentos eletrônicos, nem você ou eu estamos seguros, na verdade ninguém mais está seguro. Um dia vamos parar de usar papel da mesma forma como paramos um dia de usar o cavalo. Devemos aprender com os nossos problemas, eles são nossos maiores amigos do passado e provavelmente o nosso passaporte para o futuro. Não devemos nos descuidar para não sermos engolidos pelos obstáculos da vida, profissões desaparecerão, ainda assim o mundo ficará mais inteligente e mais barato. Nossos filhos não conhecerão o som original de um piano, culpa dos sintetizadores. Devemos aceitar algumas verdades: A classe média vai desaparecer, empresários perderão seus negócios, executivos estarão sendo demitidos e vão esperar em casa assistindo novela, bebendo, arrumando a casa, tomando conta dos filhos, aguardando uma ligação que nunca virá. Devemos ter cuidado com as pessoas que nos dão conselhos, mas sejamos pacientes com elas, precisamos saber que dinheiro sem tempo significa estupidez e tempo sem dinheiro significa falência, porém se conselhos fossem bom seriam vendidos. Mas acredite em mim quando eu falo: “o oxigênio vai acabar em poucos anos ao redor do mundo se continuar desmatando a Amazônia”...

SOS - Literatura Brasileira (primeira parte)

SOS - Literatura Brasileira (primeira parte)
No dia em que as grandes editoras do Brasil derem valor aos brasileiros iniciantes na área. O sol escurecerá e a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados... Enquanto os profissionais da literatura brasileira tidos como xenófilo valorizarem as coisas estrangeiras os próprios brasileiros nunca serão descobertos em sua própria terra. Então, as luzes das estrelas nunca incandescerão os raios do sol não aquecerá, a chuva cairá, mas não molhará o chão, o ar dissipará no vácuo do próprio ar, o mar se acalmará e não mais lamberá as areias da praia e a lua não mais refletirá para a terra a luz do sol... Valorize o que é indígena, nativo antes de pensar em valorizar o que é dos outros... Eles fazem isso, primeiro eles, depois eles novamente. Eles fazem uso do adjetivo “fenófobo” enquanto nós fazemos uso do adjetivo “xenófilo”... Para eles, nós somos os restos depois do fim do mundo e não é bem assim, é o que eles pensam. E muitos por aqui concordam. Não é mesmo? Enquanto isso, nunca mais se descobrirá um Machado da Assis, Drumonnd de Andrade ou um Guimarães Rosa, por mais imortal que seja a obra do escritor iniciante... Pense nisso e incentive a literatura brasileira

terça-feira, 7 de junho de 2011

SOS - Literatura Brasileira (segunda parte)

SOS - Literatura Brasileira (segunda parte)

Em poucos anos nossos netos irão nos perguntar pelos escritores nacionais contemporâneo. Hão de ver nas atuais livrarias do país uma avalanche de escritores forasteiros que invadiram nossa pátria e expulsaram, tomaram os lugares dos escritores indígenas por falta de escrúpulos comerciais das grandes indústrias literárias que preferem pisoteá-los, massacrá-los, depreciá-los e até mesmo desprezá-los e apagá-los da literatura indígena e incentivá-los os forasteiros ou maquiar para reeditar como sempre para o sempre os chamados “imortais da literatura”, psicografando uma idéia morta. Assim o tempo apagará a nossa cultura e todos os outros países se desenvolverão, menos o nosso. Todos os demais países um dia deixarão de usar o papel da mesma forma que um dia deixaram de usar o cavalo, menos o nosso. O homem que deveria incentivar o homem se corrompeu pela avareza. Em pouco tempo a indústria literária dará fim aos escritores nacionais. Já vimos que agricultores foram substituídos por robôs. As recepcionistas e secretárias foram substituídas eletronicamente. E com certeza em pouco tempo os netos dos nossos filhos não conhecerá a literatura nacional, culpa das grandes indústrias literárias... Pense nisso e incentive a literatura brasileira

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Tudo por amor: (salvando um coração

Jamais diga: Acho que o meu casamento acabou! Ao perceber que o comportamento do seu marido se modificou, do que foi nada mais é, que o relacionamento se distanciou, a procura se escasseou, quando tudo parecer por um fio. Não diga nada! Apenas use a inteligência. Mude seu figurino, se vista com roupas mais sensuais – calça justa modela o corpo, vestido e saia curta deixam a mulher mais sensual, blusa com bastante decote deixa os seios aparentemente visíveis, sutiã pequeno deixa os seios espevitados. Mude o estilo do seu penteado, sua maquiagem, seu perfume. Tudo isso faz a mulher mais sensual, elegante, atraente e provocante. Mude também o seu figurino íntimo inferior para as cores mais instigante e provocante como, por exemplo, o Vermelho, o Preto ou até mesmo o Branco com renda, se possível, as cores preferidas dele. Ele vai te ver com outros olhos... Quando a procurar para fazer amor. Use a inteligência uma vez mais. Tome você mesma algumas iniciativas modernas, nada de repetir o convencional do cotidiano anterior. Beije-o ardentemente, prolongue por um bom tempo a mais o beijo de língua, administre a preliminar com sabedoria. Mude a posição do sexo, prolongue o orgasmo. Ele vai se apaixonar outra vez – depois se vire para explicar toda essa mudança. Então, confesse que foi tudo por amor... Para salvar seu coração - (Esse foi um e-mail que salvou um casamento das ruínas) Veja só! Que coisa incrível O meu coração!!!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Currículo do autor

(Três Corações, MG, 1953).
Nome:
Doryekhson Magalhães Silva. Pseudônimo: Dory Magalhães.
Formação:
• Segundo Grau em Química no Colégio Dom Pedro II.
• Estudou o primeiro período em Comunicação nas Faculdades Integradas Hélio Alonso.
• Primeiro período em Direito na UNIG.
• Oito períodos em Ciências Contábeis nas faculdades Moraes Junior e Uni-Abeu.
• Estudou: Teatro, Política, impostação de voz e dicção.
Em seu currículum, constam ainda os cursos realizados no - Instituto Nacional de Previdência Social (Secretaria de Bem-Estar Social). Temário: Previdência Social – evolução; Arrecadação; Fiscalização; Acidente de trabalho; Prevenção de acidente; Perícia médica; Assistência médica; Benefícios; Serviço social; Legislação trabalhista. Banco Nacional da Habitação (BNH) - Legislação e Aplicação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
• Faculdade de Administração da Guanabara – SESAT: Chefia e Liderança, Gerencia e Comunicação Administrativa, Organização e métodos nas empresas. Administração Financeira.
Escritor:
As histórias retratadas são embasadas em fatos reais mesclada com ficção. A princípio, o autor escolhe uma história de vida real para dá o tom ao enredo; monta uma analise das situações que vê. Por exemplo: faz das paixões e dos sentimentos alheios que ele traça em seu espírito crítico, sobre os conflitos e relações humanitárias, ele acrescenta na ficção, um toque de humor em todo o segmento do livro.
O anseio do escritor é atingir os anseios dos leitores, ou seja, “saber exatamente o que o leitor quer ler”. Tornando-se assim, em cada obra que escreve mesclando realidade e ficção “um fardo terrível”, ter que subtrair aqui, adicionar ali, ideias dentro das histórias dos personagens precisando frear os maus impulsos, moderar com sensatez os bons, sem perder o equilíbrio, cultivando o autocontrole da história para não manipular a narrativa em favor das suas próprias ideias.
Os personagens da vida real se enquadram como forma figurativa, já que representam os acontecimentos do mundo. Enquanto o lado simbólico é representado pelo drama, marca registrada do escritor.
A temática sempre é escrita de forma e maneira compreensível, em uma linguagem contemporânea onde o leitor pode tirar proveito das palavras que não se fazem comum no cotidiano e formar ou enriquecer seu vocabulário na sociedade. Constando ainda, em algumas de suas obras, um glossário para o fim de dirimir, dúvidas do leitor. Técnicas e características de um escritor que se classifica como “autodidata” diferenciado da literatura contemporânea.
Cada livro escrito por Dory Magalhães é um novo aprendizado, uma nova experiência onde a realidade se mescla a ficção levando aos seus leitores, histórias envolventes.
Contatos:
E-mail: dory_magalhaes@oi.com.br
Tel. (21) 8695-0496 – Rio de Janeiro
Blog: dorymagalhaes.blogspot.com
Facebook: www.facebook.com/doryekhson

sábado, 19 de março de 2011

O Lunático - PC

Esse "Paulo Coelho" é um lunático, sua fama como escritor tem pacto... Ruim, não apresenta nada que se aproveite como aprendizado, ou seja, não apresenta aprendizado e sim informação, deveria ser jornalista e não escritor. Veja que pouco tempo atrás ele criticou veemente Roberto Carlos por "vetar" sua hipotética "BIOGRAFIA" não autorizada. No obstante, ele (PC) vetou a inclusão de suas parcerias com Raul no projeto musical de ZÉ RAMALHO - Como entender os lunáticos? Ainda bem que Coelho gosta de alface e cenoura, com certeza vai melhorar de sua maluquez misturada com sua lucidez - rsrs.

quarta-feira, 2 de março de 2011

O invasor Beija Flor:


Um dia um Beija-flor invadiu a porta da minha casa para beijar uma flor que de propósito eu ali deixei, ele estava de braços, digo, asas abertas como se esperasse alguém para abraçá-lo, pensei até que fosse você que tivesse mandando um beijo e um abraço amigo. Porém, ouvi quando ele falava com a flor, dizendo que eu e você já éramos amigos há muito tempo atrás. Olhei para o pequeno pássaro que me encarava com a verdade na ponta do bico, e pensei! É verdade! Tanto é verdade que não posso mais ficar distante da tua amizade, da tua palavra amiga, do carinho e do conforto amigo que me expressa com as pontas dos dedos no teclado de teu computador como se fosse a ponta do bico do Beija-flor falante... Como é bom ser amigo, fazer amigos mesmo na distância da presença onde só o pensamento alcança... O coração balança na timidez da minha vez quando fico pro alvedrio esperando um minutinho diário para te perguntar: “Como foi o seu dia?”... Que bom pudera eu merecer rapidamente esse minutinho da sua atenção só para aliviar um coração amigo que ansioso está para perguntar: “Como vai você?”... Perguntas que talvez você muitas vezes queira ouvir e poucos fazem mesmo quando estão no dia a dia com você, mas que o amigo jamais se esquece de fazer. Mas quando você não vem com o seu conforto para distrair-me com a sua palavra amiga meu coração se distrai e o pensamento me traí. E vêm-se as dúvidas do que disse o beija-flor ao sugar a flor à porta de minha casa. Mas o que posso fazer se amar os amigos é minha sina? – Tenha um ótimo CARNAVAL... Nunca é demais lembrar: “se for viajar dirigindo, esqueça a pressa, pode às vezes dar em nada, não beba, não corra, não mate, não morra, seja prudente nas estradas, tem alguém te esperando, sorrindo...” Inclusive eu que quero ter você sempre por perto de mim como pessoa especial que tem em si a essência da amizade.