sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A FACE OCULTA DO CÁRCERE - (AFOC) - Vol. I (Perfil)

SINOPSE: 

Ele foi preso e condenado por motivos políticos. Segundo Dóris, por conluio de um ex-adversário. No presídio compilou matéria para escrever um livro o que resultou na trilogia “A FACE OCULTA DO CÁRCERE – O inferno são os outros” (AFOC), em que conta a sua própria história e a dos bastidores do primeiro presídio de “SEGURO – 001”, que os condenados chamam de “IDI - Inimigos dos inimigos”. As histórias narradas neste primeiro volume traçam o perfil do sistema prisional no Brasil que muitos pensam conhecer por ter ouvido falar, mas que seu pensar é virtual longe do real daquele antro onde parece que nem o espírito de Deus pode ter paz, digo sossego, porque paz é uma palavra que não existe e há nela descontentamento. A obra no seu todo traçam limites rígidos entre “confissões biográficas” e testemunhos históricos daquele lugar, onde viveu em celas superlotadas e imundas, a miséria, tortura e degradações são os cenários desta obra inédita. E mostra além da história do personagem o indício de que aquele depósito de concreto cheio de bandidos torna-se numa grade fábrica de fazer criminosos para o mundo. Para os que têm vontade de sair da rotina com as informações artificiais da mídia; AFOC dá a cada página, relatos de vida que não podem mais ter esperanças e mostra os motivos de existirem pessoas “frias e cruéis”; a visão do leitor é modificada, e sem confusão, entende-se que nem sempre os bandidos estão atrás das grades ou nos guetos dos grandes centros urbanos.

COMENTÁRIOS DA OBRA: 
Uma história real e fascinante por entre a guerra para se manter vivo dentro daquela comunidade de nocivos, onde o autor relata fatos como fugas mirabolantes, rebeliões e holocausto num festim de sangue que inunda galerias, depoimento e entrevista com celerados do Jornalista Tim Lopes, a queda de um diretor, o código penal não escrito. Tudo isso contado através de uma narrativa de fácil compreensão e envolvente. Trazendo o leitor para dentro das histórias que o autor vai narrando em AFOC. O autor Dory Magalhães traz fatos reais com personagens fictícios e narra o comportamento criminológico do preso, as leis constituídas que não são cumpridas dentro do sistema carcerário. Uma obra repleta de informações, utilizando um glossário no final deste volume ajudando o leitor a compreender alguns termos da língua carcerária; e para repousar a mente do leitor e provocar nele um sentimento de prazer na leitura o autor encerra sempre acompanhado de uma reflexão.

PÚBLICO ALVO: 
O livro dá ênfase tanto para o público adulto como ao público jovem, através de uma narração verdadeira, objetiva e de fácil compreensão. ADEQUAÇÃO AO MERCADO: Constituído de fatos reais, o autor apresenta a AFOC como uma obra de interesse nacional e internacional no âmbito dos “Direitos Humanos” e de grande serventia para os profissionais do direito criminalista: promotores, juízes, advogados, estudantes do direito criminalista e sociedade em geral. O autor Dory Magalhães, transporta os personagens da vida real de uma forma natural que conduz o leitor a conhecer a realidade de um submundo até então desconhecido na sua essência real; imagens de uma comunidade que sempre foram distorcidas para beneficiar interesses alheios.

PONTOS POSITIVOS: 
Não há dificuldades em acompanhar a leitura e entender do porque das cadeias brasileiras não recuperar o preso, que ao deixar aquele recinto sai mais criminoso do que quando ingressou; onde inocentes são mesclados aos culpados e primários aos reincidentes. O autor classifica aquele recinto como sendo uma grande fábrica de fazer criminosos para o mundo e diz; infelizmente prender pessoas ainda é uma grande fonte de renda para o Estado.

PONTOS NEGATIVOS: 
Fazer revisão ortográfica e gramatical sem alterar o linguajar dos celerados daquela comunidade.

COMENTÁRIOS DO PARECERISTA: 
Uma obra viva e real. O autor quebra o silêncio e abre as cortinas de ferro de um dos mais novos sistemas prisional do país (Seguro – 001) para mostrar à sociedade dos inócuos a vida como ela é atrás das grades depois das cortinas de ferro, cercado por um muro branco de concreto armado chamado de “elefante branco”, ou uma “caixa de concreto” cheia de bandidos dentro. Lendo cuidadosamente a obra percebe-se que a visão que se tem do extramuros fica a quilômetros da realidade do intramuros que muitas vezes são evitados a divulgação até pelo próprio preso por vergonha da tamanha degradação humanitária e a falta de escrúpulos dos governantes que ainda exploram a mão de obra carcerária, tal e qual, os tempos da escravatura. Escritor: Dory Magalhães E-mail: dory_magalhaes@oi.com.br O livro começa contando a história de um homem que, segundo ele, foi condenado inocentemente, não para a justiça, mas para sua própria consciência. Aqui neste episódio é reverenciado com o codinome de “Dóris”; sua história de vida mostra claramente como é vulnerável a liberdade de um homem que sempre dedicou parte de sua vida a comunidade carente e oprimida pela necessidade cotidiana. Este homem foi criado peregrino e na sua infância por viver como tal em terra de estranho, não construiu amigos de verdade; trabalhou duro para se sustentar, mas tinha fixação enorme pelos estudos, esse homem de poucos amigos, mesmo trabalhando no pesado, ora de dia e estudando à noite, ora estudando de noite e trabalhando de dia, tinha o estudo sempre como complemento do seu trabalho e não tinha tempo para construir amigos. Procurou vencer as dificuldades com seu próprio sacrifício; construiu alguns bens, depois se envolveu com a política e perdeu tudo, inclusive a sua liberdade. Mas promete reconstruir tudo novamente ao sair de onde não devia estar. A falta de uma amizade fraterna de um amigo no passado construiu dentro desse homem essa coisa que pode até ser um castelo de fantasia, mas essa fantasia juntou-se a outra fantasia e essa dupla fantasia estabeleceu de maneira mágica a unidade sagrada da amizade do verdadeiro amigo (por quem foi traído), amizade que o tinha como um símbolo. Símbolo do que o amigo era a única esperança. Símbolo de que a amizade era ainda a fonte do poder capaz de transformar a pessoa para viver em paz num mundo melhor...

“A FACE OCULTA DO CÁRCERE - o inferno são os outros” (Volume I – Perfil), (Obra não publicada) se encontra Registrado na Fundação Biblioteca Nacional sob o número: 32-006370-V03. Formato 16.0 X 23.0 cm, espaço entrelinhas 1,4 e fonte verdana 11, contendo 324 páginas e 99.638 palavras no formato 16.0 X 23.0

Uma obra circunstancial em três volumes, que vem a tempo expor fatos reais desconhecido da sociedade e de interesse aos Direitos Humanos, tanto no âmbito nacional como internacional que ao verem o Código Penal e a Lei de Execução Penal (Lep) brasileira acham que tudo vai muito bem e na verdade não é bem assim.

O autor descreve o perfil do primeiro presídio exclusivo de “SEGURO-001”, criado no Estado do Rio de Janeiro no Ano 2000; onde vive uma nova comunidade nociva até então oculta da sociedade dos inócuos; o autor narra trechos no próprio linguajar daquela sociedade marginalizada que não estão nas revistas, nos arquivos das TVs, nas fitas do cinema, tampouco nas memórias dos livros. Ademais, mostrar o porquê da cadeia brasileira não recuperar seus presos.

Com certeza é uma obra que toda família deve ler e ter em sua casa para orientar (como forma de prevenção) melhor seus filhos.

Contato com autor:
E-mail: dory_magalhaes@oi.com.br
Facebook: www.facebook.com/doryekhson
Blog: www.dorymagalhaes.blogspote.com
Celular: (21) 8695-0496

A FACE OCULTA DO CÁRCERE - (AFOC) - Vol. II (História)

SINOPSE: Escrever a história da comunidade de “Seguro – 001” para o autor foi no mínimo uma tentação e também uma temeridade; escrevê-la em três volumes com mais de oitocentas páginas formando a trilogia de “A Face Oculta do Cárcere”, onde o autor retrata o lado perverso da alma humana, para que a sociedade dos inócuos saiba como é a vida no cativeiro do submundo. Não existe na história do cárcere carioca nenhuma página resplandecente, tal e qual, a legenda do “001” nas guerras escritas em “AFOC”. As histórias do homem nos bastidores do inferno aqui narradas pelo personagem; são histórias do submundo, onde o maior medo é o medo de ter medo, onde o fraco não é preparado para brigar, mas sim para matar. Resultado de três anos e meio de trabalho, dos quatro anos e uma semana que lá esteve pesquisando e observando em cárcere do “SEGURO-001”, conhecido também entre alguns como “IDI – Inimigos dos Inimigos”, por ser onde os desafetos se reencontram. História de gente errante que faz do crime o prazer de viver fora da lei, que tem as armas como ferramenta de trabalho e as exibem como troféus ou como se fosse um diploma universitário; pessoas que vivem o lado certo da vida errada; história de gente oprimida que quer libertar-se buscando a palavra de Deus e Jesus Cristo, Bíblia. As matérias para esta obra foram compiladas em diversas comunidades do submundo carcerário, onde tétrico, aziago, lúrido e insólito, são adjetivos característicos desse povo; consta de “fatos e contos”, alguns horripilantes, outros jocosos, mas todos graciosamente originais, que o personagem compilou durante o tempo que lá esteve observando dias após dias, noites após noites. COMENTÁRIOS DA OBRA: Dando segmento ao volume I – (perfil). O autor traz fatos reais com personagens fictícios e narra depoimentos, entrevistas, contos; fala dos abastados, da corrupção, extorsão, drogas. Uma obra repleta de histórias, utilizando um glossário no final deste volume ajudando o leitor a compreender alguns termos da língua carcerária. E para repousar a mente do leitor e provocar nele um sentimento de prazer na leitura o autor encerra acompanhado de uma reflexão. PÚBLICO ALVO: O livro dá ênfase tanto para o público adulto como ao público jovem, através de uma narração verdadeira, objetiva e de fácil compreensão. ADEQUAÇÃO AO MERCADO: Constituído de fatos reais, o autor apresenta a AFOC como uma obra de interesse nacional e internacional no âmbito dos “Direitos Humanos” e de grande serventia para os profissionais do direito criminalista: promotores, juízes, advogados, estudantes do direito criminalista e sociedade em geral. O autor Dory Magalhães, transporta os personagens da vida real de uma forma natural que conduz o leitor a conhecer a realidade de um submundo até então desconhecido na sua essência real; imagens de uma comunidade que sempre foram distorcidas para beneficiar interesses alheios. PONTOS POSITIVOS: · Não há dificuldades em acompanhar a leitura e entender do porque das cadeias brasileiras não ressocializar o preso que ao deixar aquele recinto sai mais criminoso do que quando ingressou; onde inocentes são misturados aos culpados e primários aos reincidentes. PONTOS NEGATIVOS: · Fazer revisão ortográfica e gramatical sem alterar o linguajar dos celerados daquela comunidade; ou seja, o português ruim dos íncolas daquela sociedade marginalizada. COMENTÁRIOS DO PARECERISTA: Uma obra real com personagens virtuais. O autor quebra o silêncio e abre os portões de ferro dum dos mais problemáticos sistemas prisionais do país para mostrar à sociedade dos não marginalizados a vida como ela é atrás das cortinas de ferro, cercado por um muro branco de concreto armado e serpentinado chamado de “elefante branco”, ou um “depósito de vivos mortos”. Lendo cuidadosamente a obra percebe-se que a visão que se tem do extramuros fica a quilômetros da realidade do intramuros que muitas vezes são evitados a divulgação pelo próprio preso que se envergonha da tamanha degradação humanitária e a falta de escrúpulos dos governantes que ainda exploram a mão de obra carcerária, tal e qual, os tempos da escravatura. Escritor: Dory Magalhães E-mail: dory_magalhaes@oi.com.br Por incrível que pareça a influência mais negativa que chaga até nós “os transgressores”, vem justamente da parte de quem deveria dar o melhor exemplo: “Os políticos governantes”. Esse paradoxo nos acompanha de longa data, e com certeza tem sido o fator que mais contribui no aumento da criminalidade e consequentemente da violência em todo País. Afirmo com convicção de que se encontra no âmago da questão, e por esse “pleno” envolvimento, talvez seja “tecnicamente” os mais capacitados para discorrermos sobre assunto tão alarmante. Na mente simplória do “povo” as reações se automatizam seguindo as influências determinadas, por exemplo: Se “eles” que são nossos representantes enganam. Por que também não podemos enganar? Se “eles” roubam. Por que não podemos furtar? Infelizmente esta constatação “explicitamente” banal, vem ditando o ritmo da criminalidade desde que o mundo é mundo, e no nosso caso, desde que nossos primeiros governantes mandavam sequestrar os “príncipes negros” de suas aldeias na África para serem escravizados aqui; tudo em nome do poder? Como se pode observar “eles” vêm nos dando base, há muito tempo... Mas existe uma diferença muito grande entre nós e esses verdadeiros criminosos de colarinho branco. Para nós a prática do crime nos é imposta como uma das poucas alternativas que dispomos para sobreviver. Para “eles”, é pura ganância, puro vício de dependência ilimitada, cada vez mais estimulada pela impunidade que lhe é peculiar... Talvez o fato de sermos notadamente considerados um povo pacífico e avesso a revolução ou coisas parecidas, seja também um fator a mais a estimular as falcatruas hediondas desses pusilânimes representantes; mas quanto a isso, podemos lhe afirmar: “O povo está mudando!” Já podemos sentir que os ânimos estão se transformando e, a indignação da minoria está virando a constatação da maioria. Cuidado! Bandidagem de gravata. “Olho grande não entra na China”. Bandido por bandido já basta nós mesmo: “Os subprodutos do meio”. Por tanto sigam seus rumos e lembrem-se que a “fatalidade” pode estar oculta em qualquer lugar! “Atrás de um poste, no portão de suas mansões, numa moto que passa em disparada e até mesmo na saída do colégio dos seus filhos. Não queiram dar uma de urubu e pensando que o “Boi ta morto”. Estamos vivos! Aliás, nunca estivemos tão atentos. (depoimentos de um detento) “A FACE OCULTA DO CÁRCERE - o inferno são os outros” (volume II – História), (Obra não publicada) se encontra Registrado na Fundação Biblioteca Nacional sob o número: 32-006370-V03. Formato 16.0 X 23.0 cm, espaço entrelinhas 1,4 e fonte verdana 11, contendo 288 páginas e 80.887 palavras no formato 16.0 X 23.0 O autor conta histórias verídicas que ocorrem dentro do primeiro presídio exclusivo de “SEGURO-001”, ou seja, de uma nova comunidade nociva até então oculta aos olhos da sociedade dos inócuos; o autor narra trechos no próprio linguajar daquela sociedade marginalizada que não estão nas revistas, nos arquivos das TVs, nas fitas do cinema, tampouco nas memórias dos livros. Ademais, mostrar o porquê da cadeia brasileira ressocializar seus presos. Com certeza é uma obra que toda família deve ler e ter em sua casa para orientar (como forma de prevenção) melhor seus filhos. Contato com autor: E-mail: dory_magalhaes@oi.com.br Facebook: www.facebook.com/doryekhson Blog: www.dorymagalhaes.blogspote.com Celular: (21) 8695-0496

A FACE OCULTA DO CÁRCERE - (AFOC) - Vol. III - (Adenda)

SINOPSE: 

As histórias citadas aqui vêm detrás das grades, depois das cortinas de ferro dos bastidores dos cárceres do Estado do Rio de Janeiro para o mundo, antes nunca escrito com detalhes. O abismo é simplesmente o começo de tudo que você vai ler mais à frente. Não se assuste com algo expressivo durante a leitura: Se o personagem não presenciasse e alguém viesse lhe contar ele não acreditaria. Um lugar onde o percevejo, um inseto bucal fétido, íncola daquela região é capaz de mimetizar-se e camuflar-se em qualquer lugar de acordo com sua cor. Eles usam o nome de Deus para justificar a opressão, a rebelião, a guerra, a matança de seres humanos, o que é blasfêmia. Aquele ano de 2004 foi o período mais fértil de rebeliões, guerras frias e matanças dentre as comunidades carcerárias; as comemorações das datas históricas revivem essa epopéia assinalada com sangue. Os dias 29 de maio; 10 de julho e 03 de agosto de 2004 representam cada um, mais que uma data, um marco... Anos depois daqueles acontecimentos que ensanguentaram galerias de diversas comunidades, as ideologias permaneciam as mesmas e ninguém dormia tranquilo, sempre, em algum ponto havia rastilho de guerra serpenteando as comunidades carcerárias, reacendendo a fogueira, no Frei Caneca, em Gerecinó, Água Santa, Benfica, Galpão; a humanidade carcerária permanecia fabricando armas mortíferas a espera de um possível confronto armado entre comunidades opostas ou internas.

COMENTÁRIOS DA OBRA: 
 Dando segmento aos volumes I (perfil), II (história); o autor traz fatos reais com personagens fictícios e narra fatos que deixaram de fazer parte dos volumes anteriores para não se tornar mais volumoso cada volume, assim se fez a necessidade do terceiro volume (Adenda), onde fala da expectativa e perspectiva do preso, o trabalho e o ex-presidiário, o perfil do bandido, porque eles (agentes) morrem assassinados por bandidos, ressocialização – Rock, Funk - as causas e muito mais... Uma obra repleta de informações, utilizando o glossário no final deste volume ajudando o leitor a compreender alguns termos da língua carcerária. E encerra Adenda acompanhado de uma reflexão.

PÚBLICO ALVO: 
 O livro dá ênfase tanto para o público adulto como ao público jovem, através de uma narração verdadeira, objetiva e de fácil compreensão.

ADEQUAÇÃO AO MERCADO: 
 Constituído de fatos reais, o autor apresenta a AFOC como uma obra de interesse nacional e internacional no âmbito dos “Direitos Humanos” e de grande serventia para os profissionais do direito criminalista: promotores, juízes, advogados, estudantes do direito criminalista e sociedade em geral. O autor Dory Magalhães, transporta os personagens da vida real de uma forma natural que conduz o leitor a conhecer a realidade de um submundo até então desconhecido na sua essência real; imagens de uma comunidade que sempre foram distorcidas para beneficiar interesses alheios.

PONTOS POSITIVOS: 
Não há dificuldades em acompanhar a leitura e entender do porque das cadeias brasileiras não recuperar, não ressocializar o preso, que ao deixar aquele recinto sai mais criminoso do que quando ingressou; onde inocentes são mesclados aos culpados e primários aos reincidentes.

PONTOS NEGATIVOS: 
 Fazer revisão ortográfica e gramatical sem alterar o linguajar dos celerados daquela comunidade.

COMENTÁRIOS DO PARECERISTA: 
Uma obra verdade. O autor quebra o silêncio e abre as grades de ferro de um dos barris de pólvoras mais violentos do sistema prisional do país (Seguro – 001) para mostrar à sociedade dos inócuos a vida como ela é atrás das grades depois das cortinas de ferro, cercado por um muro branco de concreto armado chamado de “elefante branco”, ou uma “uma fabrica de fazer bandidos para o mundo” ou ainda “uma caixa de concreto cheia de bandidos dentro”. Lendo cuidadosamente a obra percebe-se que a visão que se tem do extramuros fica a quilômetros da realidade do intramuros que muitas vezes são evitados a divulgação pelo próprio preso que tem vergonha da tamanha degradação humanitária e a falta de escrúpulos dos governantes que ainda exploram a mão de obra carcerária, tal e qual, os tempos da escravatura.

Parecerista: Thais Riotto
E-mail: thaisriotto@hotmail.com

A OBRA - não foi escrita de uma só vez nem em um só lugar, mas em muitos lugares e cadeias diferentes. Levou mais de quatro anos para o autor compilar as matérias, e mais de dois anos para o escrevê-las e copidescar. Muitos presos deram a sua contribuição: culpados, inocentes, jovens, velhos, gente instruída, gente analfabeta, gente de todas as classes, costumes, culturas, religiões, situação econômica, social e política. Todos deixaram de certa forma sua história, seu conto como marca e mensagem para esta obra. Porém, todos com o mesmo objetivo: expressar e transmitir aos povos da sociedade dos inócuos de como é a vida dessa comunidade atrás das grades depois das cortinas de ferro.

ADENDA - é o resíduo de matérias compiladas que deveriam ser anexadas ao texto principal com pequenas alterações no seu contexto porque foram escritas em diversos lugares e ocasiões e que foram enviadas ao autor antes mesmo de se completarem, deixando de ser anexadas em seus devidos textos. E para não tornar o livro ainda mais volumoso houve a necessidade de um terceiro volume, formando assim a trilogia de “AFOC”; neste volume o leitor vai ler alguns tópicos existentes nos volumes anteriores, porém com algumas informações complementares, não se tratando de repetição proposital, mas de uma necessidade da narrativa; por isso a razão do esclarecimento.

O Autor.

O Juiz não que saber se é ladrão ou cidadão, adora mandar para prisão “depósito da solidão” para disputar um lugar no paredão da podridão onde não há respeito, não se vive direito entre cobras e leões daquele antro de corrupção. A injustiça predomina a justiça que na sua comoção não tem coração... Pureza é ato de safadeza que infringe as regras do xadrez entre ladrão e cidadão... Creia sempre no Deus que fez o homem e nunca no Deus que o homem fez... Nunca fale mal de um ex-presidiário se você não sabe de si mesmo... Se tirares um dia a mais ou um dia a menos preso, tanto faz, os dias são todos iguais. Se não tem a mente aberta, feche também a boca. Se na cadeia o tempo estiver chuvoso, o clima tenso, não tiver visita nem futebol aproveite para meditar “o sucesso do preso é aprender com o próprio fracasso a não ser derrotado”. Leia pedaços de jornais do mês passado, jogue cartas feitas na própria cadeia, acenda um cigarro, ande de um lado para o outro no miolo da cela para o tempo passar. Mate o tempo para que ele não lhe mate. Prisão é lugar aonde o preso chora e a mãe não ver, lugar onde só vai visitar o preso quem gosta quem o ama. O Juiz pensa que ressocializa o criminoso encarcerando-o, mas não atenta para as condições das cadeias. O caráter de um preso é formado pela convivência com outros presos. Aquele que você deixou de assaltar hoje, será aquele contra você amanhã no tribunal... Legado do celerado na cadeia: “Na prisão só muita oração. Na rua muita bala no alemão”.

“A FACE OCULTA DO CÁRCERE - o inferno são os outros” (volume III – Adenda), (Obra não publicada) se encontra Registrado na Fundação Biblioteca Nacional sob o número: 32-006370-V03. Formato 16.0 X 23.0 cm, espaço entrelinhas 1,4 e fonte verdana 11, contendo 230 páginas e 65.233 palavras no formato 16.0 X 23.0

Uma obra circunstancial que vem a tempo expor fatos reais desconhecido da sociedade e de interesse aos Direitos Humanos, tanto no âmbito nacional como internacional que ao verem o Código Penal e a Lei de Execução Penal (Lep) brasileira acham que tudo vai muito bem e na verdade não é bem assim... Como espelho do primeiro presídio exclusivo de “SEGURO-001”, ou seja, de uma nova comunidade nociva até então oculta onde o autor narra trechos no próprio linguajar daquela sociedade marginalizada que não estão nas revistas, nos arquivos das TVs, nas fitas do cinema, tampouco nas memórias dos livros. Ademais, mostrar o porquê da cadeia brasileira não recuperar nem ressocializar seus presos.

Com certeza é uma obra que toda família deve ler e ter em sua casa para orientar (como forma de prevenção) melhor seus filhos.

Contato com autor:
E-mail: dory_magalhaes@oi.com.br
Facebook: www.facebook.com/doryekhson
Blog: www.dorymagalhaes.blogspote.com
Celular: (21) 8695-0496

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Nova era (primeira parte)

Primeira parte:

Sabemos que a era industrial acabou com o trabalho escravo e no futuro bem próximo a era da tecnologia dará fim ao emprego, a raça humana está perdendo seus empregos para a tecnologia e vivi com menos de dois dólares. Um terço da humanidade não tem eletricidade e nunca deu um telefonema, quase um milhão de pessoas desempregadas dentro de uma terra rica por sua fertilidade. Estude, pois a era da informação chegou e não podemos ser irresponsáveis com a nossa educação, muito menos com o nosso aprendizado, porque novas e sofisticadas tecnologias se aproximaram cada vez mais de uma civilização praticamente sem trabalhadores, “fiquemos espertos, trabalhadores mais velhos preso em um passado próspero e um futuro sombrio sentem-se cada vez mais encurralados por forças sobre as quais têm pouco ou nenhum controle”. Por isso devemos comemorar nossas vitórias, esquecer as derrotas, valorizar nossas experiências, atualizar nossos valores e conhecimentos, não é nossa culpa se o mundo está mudando tão depressa. Empresários ansiosos por reduzir custos e melhorar margens de lucro têm substituído o trabalho humano por máquinas em ritmo acelerado, devemos tomar cuidado com a reengenharia, sejamos gentis com os nossos amigos, vamos precisar deles quando não houver mais trabalho. Talvez você ou eu perca o emprego, talvez não. Talvez a globalização nos alcance, talvez não. Talvez você ou eu domine as novas tecnologias, talvez não. Talvez sejamos bem sucedidos, aprendendo com nossas derrotas e permanecendo humilde com nossas vitórias. Usemos o computador da maneira que pudermos, ele pode ser nosso maior inimigo ou nosso melhor amigo. Como inimigo reduz salário e emprego. Como amigo pode ser o melhor instrumento que nós possuiremos (para fazermos amigos)...

Nova era (segunda parte)

Segunda parte:
O agricultor foi substituído por um robô, nas grandes fábricas de eletrodomésticos substituíram quatro operários por um robô, a recepcionista e a secretária foram substituídas eletronicamente. Bancos e Seguradoras substituíram milhões de vozes humanas por atendimentos eletrônicos, nem você ou eu estamos seguros, na verdade ninguém mais está seguro. Um dia vamos parar de usar papel da mesma forma como paramos um dia de usar o cavalo. Devemos aprender com os nossos problemas, eles são nossos maiores amigos do passado e provavelmente o nosso passaporte para o futuro. Não devemos nos descuidar para não sermos engolidos pelos obstáculos da vida, profissões desaparecerão, ainda assim o mundo ficará mais inteligente e mais barato. Nossos filhos não conhecerão o som original de um piano, culpa dos sintetizadores. Devemos aceitar algumas verdades: A classe média vai desaparecer, empresários perderão seus negócios, executivos estarão sendo demitidos e vão esperar em casa assistindo novela, bebendo, arrumando a casa, tomando conta dos filhos, aguardando uma ligação que nunca virá. Devemos ter cuidado com as pessoas que nos dão conselhos, mas sejamos pacientes com elas, precisamos saber que dinheiro sem tempo significa estupidez e tempo sem dinheiro significa falência, porém se conselhos fossem bom seriam vendidos. Mas acredite em mim quando eu falo: “o oxigênio vai acabar em poucos anos ao redor do mundo se continuar desmatando a Amazônia”...

SOS - Literatura Brasileira (primeira parte)

SOS - Literatura Brasileira (primeira parte)
No dia em que as grandes editoras do Brasil derem valor aos brasileiros iniciantes na área. O sol escurecerá e a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados... Enquanto os profissionais da literatura brasileira tidos como xenófilo valorizarem as coisas estrangeiras os próprios brasileiros nunca serão descobertos em sua própria terra. Então, as luzes das estrelas nunca incandescerão os raios do sol não aquecerá, a chuva cairá, mas não molhará o chão, o ar dissipará no vácuo do próprio ar, o mar se acalmará e não mais lamberá as areias da praia e a lua não mais refletirá para a terra a luz do sol... Valorize o que é indígena, nativo antes de pensar em valorizar o que é dos outros... Eles fazem isso, primeiro eles, depois eles novamente. Eles fazem uso do adjetivo “fenófobo” enquanto nós fazemos uso do adjetivo “xenófilo”... Para eles, nós somos os restos depois do fim do mundo e não é bem assim, é o que eles pensam. E muitos por aqui concordam. Não é mesmo? Enquanto isso, nunca mais se descobrirá um Machado da Assis, Drumonnd de Andrade ou um Guimarães Rosa, por mais imortal que seja a obra do escritor iniciante... Pense nisso e incentive a literatura brasileira

terça-feira, 7 de junho de 2011

SOS - Literatura Brasileira (segunda parte)

SOS - Literatura Brasileira (segunda parte)

Em poucos anos nossos netos irão nos perguntar pelos escritores nacionais contemporâneo. Hão de ver nas atuais livrarias do país uma avalanche de escritores forasteiros que invadiram nossa pátria e expulsaram, tomaram os lugares dos escritores indígenas por falta de escrúpulos comerciais das grandes indústrias literárias que preferem pisoteá-los, massacrá-los, depreciá-los e até mesmo desprezá-los e apagá-los da literatura indígena e incentivá-los os forasteiros ou maquiar para reeditar como sempre para o sempre os chamados “imortais da literatura”, psicografando uma idéia morta. Assim o tempo apagará a nossa cultura e todos os outros países se desenvolverão, menos o nosso. Todos os demais países um dia deixarão de usar o papel da mesma forma que um dia deixaram de usar o cavalo, menos o nosso. O homem que deveria incentivar o homem se corrompeu pela avareza. Em pouco tempo a indústria literária dará fim aos escritores nacionais. Já vimos que agricultores foram substituídos por robôs. As recepcionistas e secretárias foram substituídas eletronicamente. E com certeza em pouco tempo os netos dos nossos filhos não conhecerá a literatura nacional, culpa das grandes indústrias literárias... Pense nisso e incentive a literatura brasileira

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Tudo por amor: (salvando um coração

Jamais diga: Acho que o meu casamento acabou! Ao perceber que o comportamento do seu marido se modificou, do que foi nada mais é, que o relacionamento se distanciou, a procura se escasseou, quando tudo parecer por um fio. Não diga nada! Apenas use a inteligência. Mude seu figurino, se vista com roupas mais sensuais – calça justa modela o corpo, vestido e saia curta deixam a mulher mais sensual, blusa com bastante decote deixa os seios aparentemente visíveis, sutiã pequeno deixa os seios espevitados. Mude o estilo do seu penteado, sua maquiagem, seu perfume. Tudo isso faz a mulher mais sensual, elegante, atraente e provocante. Mude também o seu figurino íntimo inferior para as cores mais instigante e provocante como, por exemplo, o Vermelho, o Preto ou até mesmo o Branco com renda, se possível, as cores preferidas dele. Ele vai te ver com outros olhos... Quando a procurar para fazer amor. Use a inteligência uma vez mais. Tome você mesma algumas iniciativas modernas, nada de repetir o convencional do cotidiano anterior. Beije-o ardentemente, prolongue por um bom tempo a mais o beijo de língua, administre a preliminar com sabedoria. Mude a posição do sexo, prolongue o orgasmo. Ele vai se apaixonar outra vez – depois se vire para explicar toda essa mudança. Então, confesse que foi tudo por amor... Para salvar seu coração - (Esse foi um e-mail que salvou um casamento das ruínas) Veja só! Que coisa incrível O meu coração!!!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Currículo do autor

(Três Corações, MG, 1953).
Nome:
Doryekhson Magalhães Silva. Pseudônimo: Dory Magalhães.
Formação:
• Segundo Grau em Química no Colégio Dom Pedro II.
• Estudou o primeiro período em Comunicação nas Faculdades Integradas Hélio Alonso.
• Primeiro período em Direito na UNIG.
• Oito períodos em Ciências Contábeis nas faculdades Moraes Junior e Uni-Abeu.
• Estudou: Teatro, Política, impostação de voz e dicção.
Em seu currículum, constam ainda os cursos realizados no - Instituto Nacional de Previdência Social (Secretaria de Bem-Estar Social). Temário: Previdência Social – evolução; Arrecadação; Fiscalização; Acidente de trabalho; Prevenção de acidente; Perícia médica; Assistência médica; Benefícios; Serviço social; Legislação trabalhista. Banco Nacional da Habitação (BNH) - Legislação e Aplicação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
• Faculdade de Administração da Guanabara – SESAT: Chefia e Liderança, Gerencia e Comunicação Administrativa, Organização e métodos nas empresas. Administração Financeira.
Escritor:
As histórias retratadas são embasadas em fatos reais mesclada com ficção. A princípio, o autor escolhe uma história de vida real para dá o tom ao enredo; monta uma analise das situações que vê. Por exemplo: faz das paixões e dos sentimentos alheios que ele traça em seu espírito crítico, sobre os conflitos e relações humanitárias, ele acrescenta na ficção, um toque de humor em todo o segmento do livro.
O anseio do escritor é atingir os anseios dos leitores, ou seja, “saber exatamente o que o leitor quer ler”. Tornando-se assim, em cada obra que escreve mesclando realidade e ficção “um fardo terrível”, ter que subtrair aqui, adicionar ali, ideias dentro das histórias dos personagens precisando frear os maus impulsos, moderar com sensatez os bons, sem perder o equilíbrio, cultivando o autocontrole da história para não manipular a narrativa em favor das suas próprias ideias.
Os personagens da vida real se enquadram como forma figurativa, já que representam os acontecimentos do mundo. Enquanto o lado simbólico é representado pelo drama, marca registrada do escritor.
A temática sempre é escrita de forma e maneira compreensível, em uma linguagem contemporânea onde o leitor pode tirar proveito das palavras que não se fazem comum no cotidiano e formar ou enriquecer seu vocabulário na sociedade. Constando ainda, em algumas de suas obras, um glossário para o fim de dirimir, dúvidas do leitor. Técnicas e características de um escritor que se classifica como “autodidata” diferenciado da literatura contemporânea.
Cada livro escrito por Dory Magalhães é um novo aprendizado, uma nova experiência onde a realidade se mescla a ficção levando aos seus leitores, histórias envolventes.
Contatos:
E-mail: dory_magalhaes@oi.com.br
Tel. (21) 8695-0496 – Rio de Janeiro
Blog: dorymagalhaes.blogspot.com
Facebook: www.facebook.com/doryekhson

sábado, 19 de março de 2011

O Lunático - PC

Esse "Paulo Coelho" é um lunático, sua fama como escritor tem pacto... Ruim, não apresenta nada que se aproveite como aprendizado, ou seja, não apresenta aprendizado e sim informação, deveria ser jornalista e não escritor. Veja que pouco tempo atrás ele criticou veemente Roberto Carlos por "vetar" sua hipotética "BIOGRAFIA" não autorizada. No obstante, ele (PC) vetou a inclusão de suas parcerias com Raul no projeto musical de ZÉ RAMALHO - Como entender os lunáticos? Ainda bem que Coelho gosta de alface e cenoura, com certeza vai melhorar de sua maluquez misturada com sua lucidez - rsrs.

quarta-feira, 2 de março de 2011

O invasor Beija Flor:


Um dia um Beija-flor invadiu a porta da minha casa para beijar uma flor que de propósito eu ali deixei, ele estava de braços, digo, asas abertas como se esperasse alguém para abraçá-lo, pensei até que fosse você que tivesse mandando um beijo e um abraço amigo. Porém, ouvi quando ele falava com a flor, dizendo que eu e você já éramos amigos há muito tempo atrás. Olhei para o pequeno pássaro que me encarava com a verdade na ponta do bico, e pensei! É verdade! Tanto é verdade que não posso mais ficar distante da tua amizade, da tua palavra amiga, do carinho e do conforto amigo que me expressa com as pontas dos dedos no teclado de teu computador como se fosse a ponta do bico do Beija-flor falante... Como é bom ser amigo, fazer amigos mesmo na distância da presença onde só o pensamento alcança... O coração balança na timidez da minha vez quando fico pro alvedrio esperando um minutinho diário para te perguntar: “Como foi o seu dia?”... Que bom pudera eu merecer rapidamente esse minutinho da sua atenção só para aliviar um coração amigo que ansioso está para perguntar: “Como vai você?”... Perguntas que talvez você muitas vezes queira ouvir e poucos fazem mesmo quando estão no dia a dia com você, mas que o amigo jamais se esquece de fazer. Mas quando você não vem com o seu conforto para distrair-me com a sua palavra amiga meu coração se distrai e o pensamento me traí. E vêm-se as dúvidas do que disse o beija-flor ao sugar a flor à porta de minha casa. Mas o que posso fazer se amar os amigos é minha sina? – Tenha um ótimo CARNAVAL... Nunca é demais lembrar: “se for viajar dirigindo, esqueça a pressa, pode às vezes dar em nada, não beba, não corra, não mate, não morra, seja prudente nas estradas, tem alguém te esperando, sorrindo...” Inclusive eu que quero ter você sempre por perto de mim como pessoa especial que tem em si a essência da amizade.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

RUD'S BAR - O SONHO ACABOU... Será!


RUD'S BAR - Uma eterna magia da nossa juventude. Um espaço onde o amor, a paixão e a fantasia eram simplesmente o prazer e a razão de viver a diversão. E, quando o show terminava, as luzes se apagavam, as cortinas se fechavam, o conforto era esperar por mais um final de semana. Foram duas décadas (80/90) de eterno sucesso. Jovens, adultos, maduros, viveram inesquecíveis momentos maravilhosos em suas vidas, momento em que o sonho e a realidade ocupavam o mesmo espaço naquele lugar; corações pulsavam no ritmo alegre das canções da época ou das palavras românticas ditas ao pé do ouvido da gatinha manhosa. Tempo de longos suspiros e grandes amassos, onde muitos casaram, separaram ou simplesmente brigaram... Mas tudo isso, será sempre um momento presente em nossa vida; momento em que o gosto daquela fruta chamada Rud’s Bar, de vez em quanto à gente vai sentir na boca, cada vez que lembrar ou escutar uma canção da época... "A fruta que a gente mordeu e jamais vai esquecer o gosto” – Dory Magalhães.

Uma e outra amiga...

Uma amiga certa vez me disse:

Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas,
das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas,
dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes…
tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? Eu adoro voar!
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração.
Não me façam ser quem não sou.
Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente.
Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira.
Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma,
mas com certeza não serei a mesma pra sempre !!!!


Outra disse que eu era um ser:

Vencedor, abençoado, iluminado, admirado, determinado, amado, desejado, corajoso, batalhador, motivado para a vida e para os projetos, que acredito no amor verdadeiro e creio fielmente em Deus... As leis que regem a minha vida são: as leis do amor, da fé, do perdão e da prosperidade. Por isso consigo visualizar com nitidez o meu futuro, sem qualquer erro ou distorção, pois planto hoje boas sementes que resultarão em bons frutos. Prevejo excelentes, colheitas. Por isso a minha vida é serena, plena de paz, de sucesso, de conquistas e de fé em Deus e em mim mesmo. Confio tudo nas mãos de Deus, mas faço a minha parte. Sou verdadeiramente grato a Deus por tudo o que Ele me deu e me dá!! Em especial meus filhos, meus fiéis amigos reais e virtuais!!! Conquisto todo o merecimento que desejo em qualquer área de minha vida porque amo-me e aprovo-me com plena confiança de que tenho o melhor a oferecer ao mundo... A vida reconhece os meus valores, porque eu também os reconheço e a cada dia sinto-me em segurança para viver a minha felicidade, com minha família e meus amigos! Sou muito grato a Deus e a vida!

Perfil do escritor:

Eu sou apenas um escritor (autodidata) Latino-Americano. Ainda sem livros nas livrarias, sem parentes importantes, morando em Bel City – RJ, minha cidade querida... Guardo de cabeça, a história de um livro, em que um famoso, escritor baiano, escrevia: "Tudo é divino, tudo é maravilhoso..." Tenho lido muitos livros, conversado com pessoas, caminhando meu caminho: "Papo, literatura, dentro da noite" e não tenho um amigo sequer que ainda acredite nisso. Não!... Tudo muda! E com toda razão... Mais sei que tudo é proibido. Aliás, eu queria dizer, que tudo é permitido, até mesmo ler um livro meu, em decúbito no seu tálamo antes de dormir. Mas não se preocupe meu amigo, minha amiga, com os erros do meu português ruim, nem com os horrores que escrevo nos meus livros. Isso é somente uma história; a vida realmente é diferente; quer dizer; a vida é muito pior... Não sou autor, compositor, jornalista nem escritor de profissão. Sou apenas, um homem que ainda crer no amor, ou talvez eu seja: "Um livro aberto sem histórias; um sonho incerto sem memórias de um passado que se foi... Um porto amigo sem navios... Um mar que abriga a muitos rios... Um moço velho que já viveu muito, que já sofreu tudo, mas não morreu nada... Um alguém livre... Não sou escravo e nunca fui senhor. Eu simplesmente sou um homem que ainda crer no amor... Ou sou apenas o que sou!...” - GENTILEZA gera GENTILEZA E eu preciso da sua para ajudar a divulgar e vender minhas obras. Se você conhece alguém da imprensa escrita, falada, televisionada. Peça por mim. “Ninguém faz sucesso sozinho”. Não tenho muitos amigos. Não sei operar Internet, nem cibernética. Sou apenas um homem guerreiro maduro e tudo que sei e possuo é uma boa vontade usada. Se você ajudar a realizar meu sonho por certo estará realizando o seu sonho também. (Agora é eu e você, mais que duas forças na multidão).

Um pedacinho do céu

Quando você se entristecer – lembre-se que a felicidade existe... Quando você chorar – lembre-se que o sorriso existe... Quando você precisar de um conselho – lembre-se que o amigo existe... Quando você precisar de um amigo – lembre-se que eu existo... Enxugue as lágrimas, pare de chorar e sorria outra vez, é bom para o seu relaxar... Esqueça qualquer mal que alguém lhe fez, pense só no bem, assim a felicidade logo vem... Olhe para o céu, cante uma linda canção falando de amor, conte as estrelas inclusive aquela que acabou de mudar de lugar se for possível, se precisar conte outras vezes mais, você vai ver, tudo vai passar... Pense em você, nos amigos que a tristeza logo se vai... Nada tenho além da minha amizade para te oferecer, mas tenho um grande amigo que pode te dar mais do que eu posso oferecer e você pode imaginar. Vou pedir a ele que te dê: Um pedacinho do céu. A chave do seu pedacinho no céu para você abrir e deixar seus amigos entrarem. Pedirei também uma ponta da estrela que você escolher para viajar pelas galáxias do universo com seus amigos. O controle remoto do sol, da chuva, da alegria e da felicidade em geral.

Porto Seguro

Eu era apenas um menino alegre que não conhecia ainda a solidão. Vivia cercado de amiguinhos reais. Depois cresci e me tornei um jovem solitário, não era difícil perceber o meu sorriso de disfarce, e eu nem precisava... Quando algum mal alguém me fazia eu fingia que esquecia e não esquecia nada... Assim, de repente os amigos se foram nos braços da traição e eu me refugiei com medo da solidão e no solitário mundo onde vivia, meu pensamento ia à busca do meu “Porto Seguro” enfrentando tempestades, recebendo saraivadas do mar da vida. Mas isso me fortalecia não me deixava levar pelas bravas ondas que me assombrava. Sabia que era preciso lutar para não me afogar nas ondas do mar. Mar que muitos se afogaram em algumas aventuras... Mar incerto, cruel e traiçoeiro onde só há uma certeza a de querer ancorar em algum coração acolhedor a espera de alguém para salvá-lo das saraivadas do mar da vida ou preenchê-lo para sempre com o “SIM” do amor... Hoje maduro e experiente tento fugir dos “NÃOS” que ainda recebo, e vou à procura do “SIM”, mas cada vez que fujo eu acabo me aproximando mais, e o meu sorriso continua um disfarce... Bem! Esse “Porto Seguro” eu não encontrei no “mar”, encontrei no “ar” virtual da internet... Você é o meu “Porto Seguro” e eu sou Dory Magalhães e isso aconteceu/acontece comigo.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

15 fevereiro de 2011

Hoje foi o primeiro dia que não escrevi nenhum capítulo de "AS MULHERES NO PODER", passei o dia fora resolvendo assuntos externos, entrando e saindo em diversos tribunais de justiças, infiltrado entre uma chusma de gente, caminhando ora no mesmo sentido, ora em sentido oposto. O tempo passa, a barriga ronca e o tempo sequer da tempo para um pequeno lanche e para finalizar. O transito da Presidente Vargas, como sempre engarrafado sem nenhuma explicação óbvia, na linha Vermelha um acidente de moto deixa um corpo estirado no asfalto e o transito para nos dois sentidos, de um lado a real situação (o acidente) do outro a simples e costumeira curiosidade carioca em ver mais um corpo sendo socorrido pelos agentes do transito.Para completar, ainda fiquei duas horas dentro dos correios literalmente lotado, seis caixas e dois funcionários trabalhando. Hoje realmente não tive tempo nem para os meus amigos facebookianos.Mas amanhã é outro dia, espero que seja mais ameno...

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

"AS MULHERES NO PODER" - "QUE PAÍS É ESSE!"

Desde o início de janeiro de 2011, estou compilando matérias e escrevendo um novo livro com o título provisório: “AS MULHERES NO PODER”, com o final previsto para o final de junho deste ano. O livro deve conter mais de duzentas páginas no formato 16.0 X 23.0 – Uma palhinha do que venha ser as histórias de ficção embasadas em fatos reais. Histórias de um País muito longe daqui, mas que tudo de lá se parece com o de cá. O Povo, a Religião, a Política, a Polícia, o Bandido, a Corrupção, os Costumes...

A formação da mulher e sua evolução:

Antes de entrar no mérito da questão “Mulheres no Poder”, devemos fazer uma reflexão deste pequeno relato abaixo, comparativo entre o princípio meio e fim da evolução do sexo feminino desde sua formação, passando pela educação, trabalho, chefe-de-família e conscientização política, numa sociedade de outrora machista.

Disse o SERNHOR: Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea... Então o SENHOE Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma de suas costelas e fechou o lugar com carne. E a costela que o SENHOR Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lhe trouxe... Tendo o homem dado nomes a todos os seres viventes que o SENHOR Deus fizera. Deu o homem o nome de Eva a sua mulher, por ser a mãe de todos os seres humanos. – (Gênesis).
Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher. (Gênesis 1,27).
E da costela que tinha tomado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher, e levou-a para junto do homem. (Gênesis 2,22).
“Eis agora aqui, disse o homem, o osso de meus ossos e a carne de minha carne; ela se chamará mulher, porque foi tomada do homem.” (Gênesis 2,23).
Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne. (Gênesis 2,24).
O homem e a mulher estavam nus, e não se envergonhavam. (Gênesis 2,25).
A serpente era o mais astuto de todos os animais dos campos que o Senhor Deus tinha formado. Ela disse a mulher: É verdade que Deus vos proibiu comer do fruto de toda árvore do jardim?” (Gênesis 3,1).
A mulher respondeu-lhe: Podemos comer do fruto das árvores do jardim. (Gênesis 3,2).
A mulher, vendo que o fruto da árvore era bom para comer, de agradável aspecto e mui apropriado para abrir a inteligência, tomou dele, comeu, e o apresentou também ao seu marido, que comeu igualmente. (Gênesis 3,6).
E eis que ouviram o barulho (dos passos) do Senhor Deus que passeava no jardim, à hora da brisa da tarde. O homem e sua mulher esconderam-se da face do Senhor Deus, no meio das árvores do jardim. (Gênesis 3,8).
O homem respondeu: “A mulher que pusestes ao meu lado apresentou-me deste fruto, e eu comi.” (Gênesis 3,12).
O Senhor Deus disse à mulher: Porque fizeste isso?” “A serpente enganou-me,– respondeu ela – e eu comi.” (Gênesis 3,13).
Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu ferirás o calcanhar.” (Gênesis 3,15).
A princípio no início do mundo em alguns países a mulher não tinha poderes ou eles eram limitados, dedicada a família, não opinava na religião, na política, nos negócios ou como cabeça da família, na verdade não abria a boca para opinar em nada. Hoje perto do fim do mundo ela tem todos os poderes e não fecham a boca antes de opinarem em tudo.
É difícil falar e/ou escrever qualquer coisa sem falar em Fé, Deus, Cristo, Céu, Terra, Ar e Mar. Assim como em alguns países até pouco tempo a mulher não podia ou não pode exercer determinadas funções.
No que diz respeito à mulher e a religião. É fato que a Igreja Católica Romana e Religião Protestante ao longo do tempo vêm se esforçando face à igualdade da mulher e no seu aumento de poder dentro dela. Na grande maioria das religiões a mulher é vista como um ser inferior ou capaz de transformar a vida do homem e desviá-lo dos caminhos que o levam a um estado de superioridade religiosa. Senão vejamos, com um pequeno exemplo desta ideia, este pequeno trecho do Alcorão, livro sagrado dos mulçumanos, escrito por Maomé e atribuído pelo profeta ao próprio Deus, faz as seguintes referências à condição feminina: “Daí aos varões o dobro do que daí às mulheres” – Capítulo IV. Versículo 11. “Os homens são superiores às mulheres, porque Deus lhes outorgou a primazia sobre elas. Os maridos que sofrerem desobediência de suas esposas podem castigá-las: deixá-las sós em seus leitos, e até bater nelas” – Capítulo IV. Versículo 38. “Não se legou ao homem calamidade alguma maior do que a mulher” – Capítulo XXIV. Versículo 59.
Também na Bíblia Sagrada existem trechos onde se é possível se verificar uma possível inferioridade da mulher com relação ao homem. Senão vejamos: “Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor: Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da Igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos” – (Efésios 5: 22-24).
“Vós, mulheres, estai sujeitas a vossos próprios maridos, como convém no Senhor” – (Colossenses 3: 18)
“A mulher ouça a instrução em silêncio, com espírito de submissão. Não permito à mulher que ensine nem que se arrogue autoridade sobre o homem, mas permaneça em silêncio. Pois o primeiro a ser criado foi Adão, depois Eva. E não foi Adão que se deixou iludir, e sim a mulher que, enganada, se tornou culpada de transgressão - (1 Timóteo 2.11-14).
No ano de 1280 a.C., as Leis de Manu, livro sagrado da Índia para instituições civis e religiosas dizia: “Está na natureza do sexo feminino tentar corromper os homens na Terra, e por esta razão os sábios jamais se abandonam às seduções das mulheres” – livro II. Regra nº 213. “Durante a infância, uma mulher deve depender de seu pai; durante a juventude, de seu marido; se este morrer, de seus filhos; se não tiver filhos, dos parentes mais próximos do marido e, na sua falta, dos de seu pai; se não tiver parentes paternos, do seu soberano; uma mulher não deverá nunca governar-se a seu bel-prazer” – Livro V. Regra n 148. “Mesmo que a conduta do marido seja censurável, mesmo que este se dê a outros amores e careça de boas qualidades, deve a mulher virtuosa reverenciá-lo como a um Deus” – Regra nº 154. “Uma mulher virtuosa que deseje para si a mesma morada de felicidade de seu marido, não deve fazer nada que possa desagradá-lo, durante a sua vida ou após a sua morte” – Regra nº 156. “Acima de tudo, deve-se resguardar as mulheres das más inclinações, por pequenas que sejam; se as mulheres não fossem vigiadas, fariam a desgraça de duas famílias” – Livro IX. Regra 5.
“Não há na Terra outro Deus para a mulher do que seu marido. A melhor das obras que ela pode fazer é guardá-lo: esta deve ser sua única devoção. Quando morrer deve também morrer”.
O reformador da religião persa, Zaratustra, dizia que a mulher “deve adorar ao homem como à divindade. Nove vezes pela manhã, de pé ante o marido, com os braços cruzados, deve perguntar-lhe: Que desejais, meu senhor, que faças?” O teólogo alemão Martinho Lutero, responsável pela Reforma Protestante, dizia que: “Não há manto nem saia que pior assente à mulher ou donzela que o querer ser sábia”. Também Henrique VIII, rei da Inglaterra e Chefe da Igreja Anglicana, criada por ele mesmo por desejar separar-se de Catarina de Aragão e desposar Ana Bolena, com o que o Papa não concordava, assim criava seu Estatuto: “As mulheres casadas, as crianças, os idiotas e os lunáticos não podem legar suas propriedades”.
O escritor cristão Quinto Septímio Florente Tertuliano assim pensava sobre as mulheres: “Mulher, deverias andar vestida de luto e farrapos, apresentando-te como uma penitente, mergulhada em lágrimas, redimindo assim a falta de ter perdido ao gênero humano. Mulher, tu és a porta do inferno, foste tu que rompeste os selos da árvore proibida, tu a primeira a violar a lei divina, a corromper aquele a quem o diabo não ousava atacar de frente; tu foste a causa da morte de Jesus Cristo”.
De uma forma geral as religiões colocam a mulher em situação de submissão, mas para não estender por demasia o presente relato, a análise está limitada às questões relativas à moral judaico-cristã, com base ainda nos mitos babilônicos. Desde os Mandamentos, onde consta que não se deve “desejar a mulher do próximo” e não o homem da próxima, a Bíblia esta carregada de conceitos e “pré-conceitos” sobre as mulheres. Seguem alguns exemplos, que poderiam ser mais numerosos, para ilustrar o que está sendo dito: “Os esposos, Santidade do lar. As mulheres sejam submissas aos seus maridos, como ao Senhor”.
Contudo podemos concluir que a imagem da mulher nas religiões, seja de forma positiva ou negativa, é de suma importância e influência. Assim como em nossa vida cotidiana. A mulher que nos gerou, cuidou e educou. A mulher que hoje nos acompanha na dura caminhada da vida. Ou mesmo aquelas que figuram em nossas vidas como simples amigas. Na religião ou fora dela, a importância da mulher não deve jamais ser subjugada. São elas que nos trazem ao mundo, sejamos homens ou mulheres. São elas que, religiosamente ou não, dividem conosco nossa morada. Estamos por aqui apenas de passagem, e fazemos, todos, parte desta mesma empreitada. Os valores cultivados na família romana levaram à valorização da mulher que a despeito de obedecer ao marido, era vista como um alicerce fundamental e o trabalho doméstico como uma virtude. Mais tarde, no século I a.C., a flexibilização das leis garantiu maior liberdade à mulher e maior participação na vida pública.
Durante a Idade Média as mulheres tinham acesso a grande parte das profissões, assim como o direito à propriedade. Também era comum assumirem a chefia da família quando se tornavam viúvas. Há também registros de mulheres que estudaram nas universidades da época, porém em número muito inferior aos homens. Mulheres como Hilda de Whitby, que no século VII fundou sete mosteiros e conventos; a religiosa alemã Rossvita de Gandersheeim, autora de dezenas de peças de teatro; Ana Comnena fundou em 1083 uma escola de medicina onde lecionou por vários anos; a rainha Leonor, Duquesa da Aquitânia, exerceu relevante papel político na Inglaterra e fundou instituições religiosas e educadoras. No mundo Islâmico, entre os séculos VIII e IX conhecem a glória: religiosas, eruditas, teólogas, poetisas e juristas, rainhas. A mulher medieval trabalhou e estudou, fundou conventos e mosteiros, lecionou e também governou. Recebeu uma educação moral e prática, e, na nobreza e burguesia, intelectual, que lhe permitiram desempenhar um papel social de colaboradora do marido, seja na agricultura, no comércio ou na administração de um feudo. Um governo que se estendeu do âmbito privado ao público: quando morria o marido era ela quem assumia a administração do negócio. Como governantes Branca de Castela, Anne de Beaujeu, Matilde II de Bolonha, que reina na Toscana e na Emília durante meio século, institui-se protetora da Santa Sé e combate Henrique IV obrigando-o a ajoelhar-se diante de Gregório VII. Em todos os grandes feudos, num momento ou outro, as mulheres reinaram: entre 1160 a 1261 sete mulheres se sucederam no condado de Boulogne. Ícone medieval, Joana D’Arc, jovem chefe guerreira, conquista oito cidades em três meses e apesar de ferida continua a combater.
* * *
Desde a formação da mulher e sua evolução citado no texto acima, resumo sobre o esforço extraído de várias fontes de pesquisa. Serve para mostrar que esse conceito de evolução não fora interrompido em momento algum do segmento histórico, ou seja, desde que o mundo é mundo. Embora em alguns países ainda haja resistência nesse sentido. Mas um dia, hão de se democratizarem e caírem na real, entendendo que a hipocrisia é arma letal dos incompetentes, coisa de um passado entre idiotas e lunáticos.
Mas foi a partir do século XX que elas invadiram o poder, tornando-se fortes e poderosas. Começando pelo REINO UNIDO com “Margaret Thatcher”. ALEMANHA com a primeira ministra “Ângela Merkel”, chegando a ser considerada a mulher mais poderosa do mundo. LIBÉRIA com Ellen Johnson Sirleaf. CHILE com Michelle Bachelet, presa pela ditadura de Pinochet. ÍNDIA com Pratibha Patil. ARGENTINA com Cristina Kirchner, primeira mulher eleita pelo voto direto. AUSTRÁLIA com a primeira ministra Julia Gillard. BRASIL com Dilma Rousseff, presa pela ditadura e a primeira mulher eleita pelo voto direto no país.

ZUNGA - O menino que virou rei


SINOPSE:

O autor tinha Deus, Jesus Cristo e seu pai como ídolos, mas aos quatorzes anos o destino lhe apresentou outra pessoa, possuidor de um carisma e misticismo, chamado Zunga.
E como fã descreve a história desse ídolo, não em sua intimidade, mas como pessoa, do mito, do menino que virou rei. Durante quarenta anos em cento e oitenta e uma canções próprias, ele cantou e encantou o mundo.
Na época da Jovem Guarda o primeiro fenômeno musical que contagiou o público de todo o país, foi uma grande febre da MPB e trouxe com ela o rock´n´roll, gírias e citações da época.
O Zunga da ficção não é diferente do zunga (Roberto Carlos) da vida real, ao menos na visão de seu fã que narra a história para o leitor. Zunga quando entendeu sua existência com ser humano apaixonou-se pela homínida, sabia de tudo inclusive da missão que viera cumprir.
Foi tendo ao longo de sua vida muitas namoradas, mulheres pequenas de quarenta e tantos outros brotos e cupidos. Casou-se, teve filhos, porém teve também uma inesperada surpresa do destino e chegou perto de desistir de tudo. Contudo, ao ver em sua volta fãs e pessoas que dependiam dele, contínuo seguindo sua jornada. Parece ser uma pessoa solitária como tantos artistas e poetas, mas talvez essa seja sua fonte para tantas inspirações.
A presença de Zunga como artista começa da década de sessenta e atrai milhares de jovens, de ambos os sexos, com cenas de histeria e loucuras. Consolidou o mundo de amor e paz, já era considerado um grande fenômeno da música pop brasileira. No ano de 1968, no festival de San Remo fez uma grande conquista.
Mas criticas, comentários e invejas caminham junto da fama e da história de Zunga, mas são ações comuns nos brasileiros, mania de valorizar o que vem de fora ao invés de valorizar o que é brasileiro.
Zunga é do signo de Áries, nasceu em Itapemirim, no interior do Estado do Espírito Santo, em 19 de abril. O menino passou por alegrias e tristezas, como todos os homens, porém a diferença é que ele nasceu com um “dom” especial, uma vocação onde conquistou o coração e o amor de muitas gerações. Aos nove anos já encantava com canções no rádio imitando o cantor Bob Nelson.
Como todo menino sonhava em voar alto, conhecer o mundo. No ano de 1955, ele voa para o Rio de Janeiro nas férias para casa de sua tia com a intenção de se apresentar em alguns programas de rádio.
Aos quinze anos já tinha uma noção de música, aulas que fez antes de sair da cidade onde nasceu com a cumplicidade da mãe Laura. Começou a frequentar programas de rádio.
Passou a conhecer outros artistas entre eles Erasmo Esteves que adotou o sobrenome “Carlos” e a frequentar festas, clubes e a participar de um programa na TV Tupi. E a partir de então nunca deixou de percorrer os cominhos da fama, conquistando sempre por onde passou prêmios e fãs.
Gosta de seu nome, escolhido pelos pais, aplica seu dinheiro em coisas úteis, sabe guardar segredos. Não se considera tanto a ponto de ser achar uma pessoa perfeita, mas feliz.
Muitos artistas foram responsáveis pela história do Jovem Guarda, dentre eles Roberto Carlos – O rei. Erasmo Carlos – O Tremendão. Wanderleia – A Ternurinha. Martinha – Queijinho de Minas. E muitos outros.
Erasmo Carlos, conhecido também como Tremendão nasceu na Tijuca, Rio de Janeiro no ano de 1941, cresceu em meio à música, e na adolescência já fazia seu estilo musical, rock´n´roll e bossa nova, Fazia parte de um grupo que se reunia no Bar Divino. Teve uma longa história na música, atuando também em filmes como Roberto Carlos e o Diamante Cor de Rosa. O autor, fã de Zunga, relata um pouco da trajetória de outros ídolos do Jovem Guarda no decorrer de sua narrativa.
Na história do rock´n´roll é necessário lembrar-se dos primeiros ídolos, dentre eles destaca-se Elvis Presley e Bil Haley, The Beatles, a paulista Cely Campello entre outros brasileiros que marcaram suas trajetórias por esse ritmo.
Além de dados, informações sobre a trajetória do artista entre realidade e ficção, o fã apresenta a seus leitores “Memória das Décadas” – Um breve relato dos acontecimentos que mais repercutiram no mundo da época.
E finalmente encerra com “Detalhes das emoções nas tardes de domingo”. “Mas tudo isso, será sempre um momento presente em nossa vida. Momento em que o gosto daquela fruta chamada Jovem Guarda, de vez em quanto à gente vai sentir na boca, cada vez que lembrar ou escutar uma canção da época... A fruta que a gente mordeu e jamais vai esquecer o gosto”.

COMENTÁRIOS DA OBRA:
O livro retrata a história de uma fase inesquecível de muitos fãs, incluído o autor Dory Magalhães. Uma viagem no tempo para homenagear esse grande ídolo da música pop brasileira. Entre fatos reais e ficção, o autor conduz seus leitores para a vida e a obra de Zunga.

PÚBLICO ALVO:
O livro tem como foco o público adulto, em uma bela homenagem ao ídolo de muitas gerações. Rico em informações e conhecimentos para estudantes de todos os níveis.

ADEQUAÇÃO AO MERCADO:
A música pop brasileira é retrata no livro “Zunga - O menino que Virou Rei” através de uma leitura de fácil compreensão. Uma narrativa que mescla fatos reais a ficção, através do ponto de vista do autor Dory Magalhães. Apresentando ao leitor uma homenagem desse ídolo que conquistou milhares de pessoas no mundo todo.

PONTOS POSITIVOS:
• Uma homenagem traçada em uma narração fácil de acompanhar.
• Um livro que remete o leitor ao passado e o faz reviver uma época de muitas emoções.

COMENTÁRIOS DO PARECERISTA:
Ler “Zunga - O menino que Virou Rei”, é mergulhar no passado e reviver uma época de sonhos, através da narração de Dory Magalhães o leitor participa de uma singela homenagem a esse menino que virou rei, ídolo. Conquistando fãs por onde passa, e deixando na memória saudades de uma época chamada Jovem Guarda.



Parecerista: Thais Riotto
E-mail: thaisriotto@hotmail.com

CEMITÉRIO DE PESSOAS VIVAS


SINOPSE:
Elas são belas, sensuais, inteligentes e estavam presas pelo mesmo motivo em 2005 eram cento e sessenta e um estrangeiros de trinta e cinco países diferentes que cumpriam penas somente no Rio de Janeiro, por tráfico internacional de drogas. Elas viviam cercadas pelas altas paredes de concreto com reforço de barras de ferro da penitenciária feminino “Talavera Bruce”, onde foram compiladas matérias para esta obra de reportagem ilustrada, uma babel nas celas do Rio. Na mediada em que se aproximava a liberdade para elas, fosse indígena ou forasteira seus semblantes ficavam leves, seus sorrisos abertos e seus passos, firmes em direção ao futuro. As estrangeiras, uma vez liberadas, eram expulsas do Brasil e rumavam de volta a seus países e não podiam retornar ao país por um determinado período. Algumas aparentemente ingênuas que na impossibilidade da sorte no cotidiano da vida e por desconhecer a gravidade do crime traçou sua vida pelos caminhos tortuosos, íngremes e que hoje se arrepende, mulher que se deixara catequizar com aparente facilidade de ganhar dinheiro fácil e resolver o seu problema financeiro, mudar de vida com facilidade e segurança, era a certeza de que estava ao caminho da podridão do crime. Situações como essas não são privilégios exclusivos das mulheres brasileiras, mas também das diversas estrangeiras que se encontram fora de seus países, vivendo num submundo antagônico, sem família, sem parentes, sem amigos, como uma sombra errante condenada à expiação dos seus delitos. Contatei algumas que me escreveram em Francês, Congo Democrático, Español, Filipino, Inglês e Tailandês. Algumas culpadas outras inocentes ou chamadas de “Bucha” ou “Laranja” que pagam pelos crimes dos outros, por não terem consciência da gravidade do problema que iriam enfrentarem perante a justiça brasileira caso fossem pegas fazendo o papel da chamada “mula”. Embora muitas vezes nem seja preciso cometer um crime para cair no submundo que vive “o cárcere”, basta um pequeno deslize ou algo infindável que a justiça já às coloca num desses depósitos de seres vivos para mulheres. Ai salve-se quem puder quem quiser como dizem, vão orando nos “Salmos 40”.

COMENTÁRIOS DA OBRA:
Várias histórias reais ilustradas e mostradas por meios de reportagens, cartas enviadas ou entrevistas concedidas diretamente ao escritor dentro da penitenciária “Talavera Bruce”. Cadeia do século XXI modelo da “ilusão e sonhos”. Cadeia aberta de regime fechado, onde as internas esquecem-se de viver para sobreviver o mundo que parece ser de fantasia, tentando esquecer o passado, lembrando o presente com o pensamento no futuro.
O autor Dory Magalhães traz fatos reais com personagens fictícios e narra o comportamento das presidiárias, diante das masmorras, do safismo, da religião, dos concursos de beleza e música, da convivência com os filhos que lá nascem, dos traumas com as visitas que não aparece, do trabalho diário que nem sempre são privilégio de todas
As leis do código penal não escrito daquele recinto não podem ser divulgadas através do veículo de comunicação que antes de ser editada passa pelo crivo censurador do sistema carcerário que não permite tal divulgação, quando se consegue algo censurável pelo sistema é através de u ma ou mais sigilosa entrevista. Uma obra repleta de informações e utilizando do glossário no final de cada volume ajuda o leitor a compreender alguns termos da língua carcerária Observa-se naquele recinto que a solidão entra sem pedir licença, chega com aparência bonita, alegre, moleca, ao mesmo tempo em que se mostra feia, triste e séria. Em cada semblante solitário figura a fisionomia arrebatadora, isso a transforma numa pessoa pretensiosa, inescrupulosa, de caráter celerado.

PÚBLICO ALVO:
O livro dá ênfase tanto para o público adulto como ao público jovem de ambos os sexos, A obra é proferida através de uma narrativa verdadeira, objetiva e de fácil compreensão.


ADEQUAÇÃO AO MERCADO:
Com base em fatos reais, o autor apresenta a obra “Cemitério de Pessoas Vivas”, onde mostra a realidade de uma comunidade capaz de sobreviver a tortura, a humilhação, à sujeira, a ingratidão e a traição, e até sorrir dizendo estar tudo bem, trancadas no submundo de tédio, diferente daquele mundo que as deixaram para trás ou que lhes arrancaram estupidamente de suas vidas. Um desconforto onde a aparente mentira é verossímil cujo “Direitos Humanos”, como de costume fingem não enxergar, ou melhor, esquece de fiscalizar. O autor Dory Magalhães, transporta os personagens desta vida real de uma forma natural que conduz o leitor a conhecer a realidade desse submundo feminino de adjetivo assolador, e que ainda é motivo de preconceito na sociedade dos inócuos. Uma obra que vai de encontro e a tempo com os interesses das autoridades e de toda a sociedade que almeja saber mais sobre essa desconhecida sociedade marginalizada. Estampa de uma comunidade que nunca pode revelar o seu próprio sofrimento, clamar por socorro, chorar sua dor, compartilhar seu aflito diante da censura exposta pelo sistema onde vivem e assim viver o conflito que por mais que imaginemos os horrores, vai muito além da imaginação dos que não vivem aquela situação distorcida para beneficiar interesses contrários.

PONTOS POSITIVOS:
• Não há dificuldades em acompanhar a leitura e entender do porque de muitas poucas pessoas saírem de fato recuperadas das cadeias femininas brasileira. Algumas demoram tanto tempos que ao conseguirem a sonhada liberdade, não sabem o que fazer com ela e por ausência do Estado constituído findam voltando ao mundo do crime e consequentemente para a prisão por falta de uma oportunidade na sociedade.

PONTOS NEGATIVOS:
• Fazer revisão ortográfica e gramatical.

COMENTÁRIOS DO PARECERISTA:
Uma obra real. O autor seguindo orientação e vontade das personalidades entrevistadas (detentas) segue o eixo da postura transparente do veículo de comunicação elaborado dentro do sistema prisional feminino, que em silêncio abre as cortinas de ferro para esconder uma realidade que à sociedade dos inócuos desconhece. Uma realidade bem diferente daquela que se lê no tablóide produzido sob os olhos da censura do sistema, sobre informações que não venham prejudicar aquela ou outra unidade qualquer do sistema prisional. A vida atrás das grades depois das cortinas de ferro, continua em parte sendo um mistério, mas as aparente comodidade que algumas conseguem através do trabalho, concursos, frequência religiosa, educacional faz com que se esqueçam as atrocidades cometidas no seu interior. Mesclam a realidade com a fantasia e engabelam as autoridades e a sociedade. De um lado a farsa disfarça o outro lado que vive em constante guerra pela sobrevivência. Uma disputa que começa no ingresso e só termina no egresso.
As demais qualidades são iguaiszinhas as comunidades masculinas, vivem cercadas por um muro branco de concreto armado chamado de “elefante branco”, ou uma “caixa de concreto” cheia de bandidos dentro. E a visão que se tem do extramuros fica a quilômetros da realidade do intramuros onde é determinantemente proibido dar entrevista denegrindo a imagem do sistema prisional a orientação vem da própria direção. Contudo, o uso da degradação humanitária e a falta de escrúpulos dos governantes, tanto nos presídios feminino como no masculino ainda exploram a mão de obra carcerária desde os tempos da escravatura.

Escritor: Dory Magalhães
E-mail: dory_magalhaes@oi.com.br

SONHO DE ÍCARO NAS ASAS DA ILUSÃO


SINOPSE:
Século XX Ícaro e Jack aos dezessete anos eram namorados e retornavam dos momentos agradáveis durante um passeio pelo Jardim do Éden, quando foram surpreendentemente atingidos por uma descarga elétrica provocada por um raio, desfalecendo no local e sendo ambos levados para o hospital, onde permanecem em coma profundo. Sua namorada, Jack se recupera após há sétima semana, mas Ícaro permanece no coma, depois de um tempo no hospital é transferido para a casa de seus pais e permanece em estado comatoso durante vinte e um anos (1959-1980). Quando o raio atingiu o casal de namorados, suas almas entraram em conjunção e passam a viver em sonho comatoso uma história de amor um pouco conturbada em outra dimensão do universo terreal, descrito em sete capítulos por Ícaro, o tempo que perdurou o coma de Jack. O ponto oficial de encontro entre Ícaro e Jack era o Bar do saguão do aeroporto e foi lá que antes de Jack ressuscitar-se do coma se despediram filosoficamente em grande estilo, Jack desperta do coma, sai do hospital e vai para casa de seus pais. Para Ícaro sua trajetória comatosa na terra estava apenas começando. Um dia de domingo voltando para casa ele conhece uma linda jovem gaúcha da cidade de Santa Maria que se encontrava no Rio de Janeiro vida de uma excursão na França, e passa a ter com ela um romance relâmpago. Ela retorna a sua terra natal deixando para traz saudade e amor em Ícaro. E dentro do mundo dos sonhos ele viaja para reencontrá-la. Essa fase será marcada com trilhas sonoras envolvendo saudade e amor que congela o coração. Mas o mundo de sonhos reserva uma nova viagem para Ícaro, dessa vez levando-o para Belém do Pará, capital Belém. Quando embarca na rodoviária no ônibus, Novo Rio com destino a esse estado ele conhece Sabrina, uma jovem a qual passará a se lembra dela como a menina do ônibus amarelo, no qual viveram várias loucuras de amor. Quando o ônibus chega a seu destino, ela se despede, mas Ícaro, não aceita quer saber mais sobre essa menina, pretende vê-la novamente. Em uma luta interna entre esquecer seu rosto e procurar por ela, Ícaro resolve tentar descobrir mais sobre Sabrina. Na cidade busca por ela e vem a descobrir que ela trabalha no mesmo lugar que ele. Estavam tão pertos, mas o destino os levou para se conhecerem bem longe e distante como é o sonho. Na peregrinação do mundo virtual em sonho Ícaro relata o encontro com suas primas Cléo e Glau. Cléo uma jovem religiosa, apaixonada por poesia, tinha dois sonhos, um era ser freira em uma cidade do interior, o outro encontrar seu príncipe encantado e viver uma bela história de amor ao seu lado. A menina tinha pressa em viver era pura poesia. Quando cresceu se formou em advocacia e defendia as causas do amor. O direito de amar e ser amada... Glau irmã de Cléo, uma linda jovem. Era dessa forma que Ícaro lembrava-se da prima. Ele tinha um sentimento de paixão fervorosa por ela, enquanto ela tinha o mesmo sentimento por Gyan. Ambos sofriam do amor renegado. Ícaro se torna num sensato poeta e fala de amor em missiva a prima amada, junta o amor e o desejo, mas o destino não entendeu assim e o tempo os separou por todo o tempo. Mas ficou na memória de um a história como consolo da saudade do outro. Em 1962 a Lua, o Sol e mais cinco planetas (Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno) estavam em conjunção e Ícaro em sonho voou, voou, subiu, subiu e como num jogo de azar foi tragado pelo sol para se transformar num astro luminoso chamado estrela daquele sistema planetário. Assim, tornou-se parte integrante do sol e como tal lá do firmamento enamorou a Terra, a Lua, a Vênus. Teve como amigos: Mercúrio, Marte, Júpiter, Saturno, Xena, Urano, Netuno e Plutão. Mas tudo isso Ícaro descreve no capítulo “Monografia de uma vida em sonho no cosmo”. Após essa viagem intergaláxia e passar por toda essa metamorfose cósmica, Ícaro retorna sideral ao mundo real, e descobre que tudo ao seu redor também passou por transformações. Mesmo sem entender o que estava acontecendo ao seu redor descobre que o sonho acabou, não apenas o seu sonho comatoso, mas o sonho do mundo inteiro ver novamente os Beatles tocando e cantando juntos. Era oito de dezembro de mil novecentos e oitenta, John Lennon (ícone do século XX, músico, cantor e compositor britânico que fez parte do grupo de rock inglês The Beatles) acabara de ser morto, assassinado por um fã. Sua volta ao mundo real foi repleta de descobertas e aprendizados, não conseguia falar, precisou reaprender tudo novamente. Teve dificuldade de reconhecer parentes e amigos, ele ainda continuava jovem, mas todos ao seu redor haviam envelhecido vinte e um anos. Viu Jack, que sempre ia visitá-lo, casada com filhos, bem mais velha que ele, na ocasião com trinta e oito anos. Enquanto The Beatles fazia sucesso no mundo terrestre, Ícaro fazia sucesso em sonho na galáxia do universo. Assim explicava o protagonista, para justificar sua ausência de Ícaro longe do fenômeno Beatles. Tentando se atualizar no mundo que retornou ele começa a pesquisar e buscar informações sobre nomes e pessoas que ouvi falar e quer saber, uma dessas pessoas é Yoko Ono (Bruxa japonesa que enlouqueceu John Lennon e o fez pirar de vez abandonando Os Beatles, por causa dessa nova aliança o governo republicano de Richard Nixon, fez de tudo para deportar os dois dos Estados Unidos no início dos anos setenta). Outro nome que chama a atenção de Ícaro é Mark David Chapman, e descobre que foi o fã terrorista que matou John Lennon. Entre a realidade e o sonho, Ícaro faz uma reflexão entre poesias e confissões do que viveu, tentando entender a vida paralela que teve durante vinte e um anos. Ele sabe que o sonho foi duradouro, mas quando despertou já era passado. E ele mesmo se pergunta: “Será possível alguém permanecer em coma por vinte e um anos?”.

COMENTÁRIOS DA OBRA:
O autor mescla o mundo dos sonhos e da realidade conduzindo personagens e leitor pelas mesmas trajetórias, ambos são um só. O leitor faz parte do livro acompanhando todos os momentos e vivenciando de uma forma natural e de fácil compreensão,

PÚBLICO ALVO:
O livro tem como foco o público infanto-juvenil, pois o autor conduz uma narração de fácil compreensão para esse público.
ADEQUAÇÃO AO MERCADO:
Através de uma narração simples o autor conduz o leitor a se aprofundar cada vez mais nas no livro e o leva para a vida de seus personagens, formando uma trama envolvente.

PONTOS POSITIVOS:
• Não há dificuldades em acompanhar a trama, a leitura é tranquila.
• Através de uma narração tranquila o autor conduz o leitor por uma história envolvendo e levando-o a embarcar no livro acompanhando os passos dos personagens.

PONTOS NEGATIVOS:
• Fazer uma correção gramatical para verificar pequenos detalhes como pontuação e espaços extras entre as palavras

COMENTÁRIOS DO PARECERISTA:
Um romance entrelaçado com aventura, dois mundos o real e o cósmico onde seus personagens são os elos.
Uma forma simples e que envolve o leitor a descobrir os fatos e o envolvimento de cada personagem na trama acompanhando-os até o fim.


Parecerista: Thais Riotto
E-mail: thaisriotto@hotmail.com

“SONHO DE ÍCARO NAS ASAS DA ILUSÃO” se encontra registrado na Fundação Biblioteca Nacional sob o número: 04-005991-V03, contendo 202 páginas no formato 16.0 X 23.0 e 56.563 palavras. Uma obra em que o autor mistura ficção e realidade. O fato real ocorreu em 1959 com o acidente de Ícaro e Jack, mistura-se a ficção planetária durante o período que Ícaro esteve em coma e volta à realidade duas décadas depois em 1980 com a morte de John Lennon... É possível uma pessoa ficar em coma por vinte e um anos? É o que o leitor vai saber quando ler este romance com lindas histórias de amor na terra e no céu. Uma obra dedicada às mulheres que amam e se apaixonam por homens, mas que os homens também podem ler. Afinal o amor não é uma simples ilusão e/ou uma razão unilateral, é o pulsar de dois corações radiantes.

SAFIR - O menino pobre e o amor abastado


SINOPSE:

Quatro protagonistas marcam o ritmo dessa aventura. Um romance de ficção embasado em fatos reais, onde o amor ocupa o mesmo espaço, e, é a trilha para seguir por essa jornada. Safir: Um jovem simples e pobre morador de favela e filhos de mãe solteira. Helena: Uma jovem médica abastada que lhe concedeu o primeiro beijo e seu amor também. Ruth: Filha de um imigrante supérstite da segunda guerra mundial. Pit: A cachorrinha inteligente que virou gente que foi doada para adoção a mãe de Ruth por ocasião da visita a uma amiga em Amsterdã. Safir apaixona-se por Helena, mas a diferença de classe social entre os dois criou um choque de valor na vida dele, quando passou a morar com a mesma em sua mansão luxuosa. Helena é médica cirurgiã plástica conceituada e mãe de dois filhos frutos de inseminação artificial, acostumada ao conforto. Safir, diante da rejeição dos abastados da região vizinhos da médica, sente perseguido. Ele se questiona quanto a sua decisão de largar todo o conforto que sua amada lhe garantia, e confidencia seus problemas com um amigo religioso. Entra em conflito com Helena e finda por retornar a simplicidade que estava acostumado, o pauperismo. Contudo, o que se percebe no decorrer da história é que o conflito existente esta em si mesmo.
Depois de um tempo Safir conhece Ruth no “Water Closet” de um avião vindo de Amsterdã para o Brasil e se relaciona com ela numa situação exótica. Ruth não acredita em reencarnação, porém os acontecimentos levavam a crê que Nikita, o irmão que faleceu aos dezesseis anos atropelado, reencarnou em Pit, a cachorrinha inteligente que virou gente que ela cuidava com muito amor como se fosse uma filha natural. Como psicóloga da mesma, Ruth psicografa sua linguagem para o escritor, traduzindo os pensamentos de Pit e suas constantes citações sobre a reencarnação.
A história retrata fatos que a vida apresenta de muitas formas, citando trechos de diversos assuntos, entre eles da religião quando trabalha sobre reencarnação e astrologia ao traçar um perfil esotérico dos personagens principais dessa trama o autor Dory Magalhães traz ao leitor uma narração envolvente.

COMENTÁRIOS DA OBRA:
Seguir os passos desses personagens numa literatura intrigante aonde o autor Dory Magalhães conduz o leitor a visualizar o amor e a vida de formas surpreendente, porém maravilhosa.
Uma narração simples, mas envolvente que nos leva ao um final que deixa o leitor a aguardar uma continuidade.

PÚBLICO ALVO:
O livro tem como foco o público infanto-juvenil, pois o autor conduz uma narração de fácil compreensão.

ADEQUAÇÃO AO MERCADO:
O autor conduz muito bem as tramas dessa obra e apresenta a seus leitores um romance repleto de envolvimento mesclado entre fatos reais e ficção. Através de fatos específicos e de uma narração de fácil compreensão o autor consegue um efeito interessante de conduzir seu leitor a acompanhar os personagens passo a passo.

PONTOS POSITIVOS:
• Não há dificuldades em acompanhar a trama, a leitura é tranquila.
• O autor amarra e narra histórias de uma forma natural e sem quebra de imagem, o que dá ao leitor uma visão continua de todos os cenários que os personagens estão vivenciando.


PONTOS NEGATIVOS:
• Fazer uma correção gramatical para verificar pequenos detalhes como pontuação e espaços extras entre as palavras.

COMENTÁRIOS DO PARECERISTA:
Um romance narrado de uma forma simples e que envolve o leitor a descobrir os fatos e o envolvimento de cada personagem na trama, tal como a seguir seus passos até o final dessa história de vida e momentos marcantes.

Parecerista: Thais Riotto
E-mail: thaisriotto@hotmail.com

“SAFIR – O menino pobre e o amor abastado” se encontra Registrado na Fundação Biblioteca Nacional sob o número: 03-021685-V02, contendo 222 páginas no formato 16.0 X 23.0. Onde relata as memórias de um menino filho de mãe solteira, empregada doméstica que nunca conheceu o pai biológico, cresceu na favela, estudou em escola pública. Conheceu o amor abastado e foi rejeitado pela riqueza. Voltou a ser pobre novamente, conviveu com ratos e lagartos e outros bichos escrotos de esgoto até conhecer Ruth e Pit e esquecer o amor abastado. Uma historia de ficção com base em fatos reais como a relação amorosa no WC (Water Closet) do avião e outras aventuras que o leitor vai adorar ler. A história de amor e aventura se passa entre Rio de Janeiro, São Paulo e Amsterdã.

O DIA EM QUE A TERRA PAROU - Uma Cidade se Luz


SINOPSE:
Andando pelas ruas de Copacabana o autor encontrou um Pen-Drive e nele continha a história de um homem de pouca fé em Deus e que foi resgatado por Ele. Segundo a história o homem havia morrido ou seu corpo desaparecido provavelmente no ano de 1528 do alto do monte chamado de Pedra de França na Penha onde duzentos anos depois, em 1728, foi construída naquele local a Igreja de Nossa Senhora da Penha de França, famosa por seus 382 degraus. O homem de pouca fé não acreditava no Deus da Bíblia, para aquele homem a palavra Deus e Cristo eram inventados pelo homem para dá nomes aos personagens bíblicos. Sua fé estava no ser superior, algo sobrenatural que move e administra à vida e a morte, seu “Deus” representava a força cósmica. Não acreditava na Bíblia como livro de Deus, mas como livro dos humanos e dizia que a bíblia não caiu do céu pronta e nem o tal Deus havia colocado sua assinatura nela. Como poderia ela ser uma obra de Deus? Vivia em meio a reflexões sobre Deus e os homens. O homem de pouca fé antes levava a vida como Paparazzo da natureza e de pessoas célebres da época, cauteloso, sereno, de bem com a vida psiquicamente e bem sucedida financeiramente. Vivia uma vida de sucesso que poucos na época conseguiam. Porém, o destino o fez largar tudo e tornar-se um pedinte. Passou por várias situações, dentre elas três tentativas de suicídio, na rua foi acolhido por um grupo de mendigos, mas preferiu se isolar e caminhar sozinho.
Na terceira tentativa de suicídio, no momento em que a terra parou para aquele homem de pouca fé, seu copo fica estirado no asfalto ensanguentado e sua alma é transladada para uma cidade sem luz, onde durante seis dias de sonho comatoso tem contato com a sabedoria e os anjos de Deus. Conheceu o livro da vida espiritual e o lado antagônico da vida terreal. Conheceu o poder de Deus, os valores religiosos e retorna a vida terreal totalmente transformado. Ao recobrar sua memória se vê diante de uma situação irrecuperável aos olhos humano, por uma paralisia triplamente qualificada. Diante de tudo que viu e ouviu durante o sonho comatoso e convencido de que somente um milagre o faria curar, sua fé leva-o a Deus que ouvi suas preces e traz de volta a sanidade do corpo e uma nova vida totalmente transformada. Devolveu ao homem além do corpo são, a identidade de Moriá seu verdadeiro nome, a família, mulher e filhos e deu-lhe a vida que pedira a Ele dali para frente, ser um peregrino servo de Deus. Ao deixar aquele depósito de vivo-mortos e voltar para os seios da família foi se aperfeiçoar no ato de pregar a palavra com sabedoria e fidelidade conforme os ensinamentos bíblicos. Viveu oitenta e dois anos e seu exemplo de vida serviu para guiar até a quinta geração. O tetraneto de Moriá de nome Adão assim como ele se torna um grande conhecedor da bíblia e dos mandamentos de Deus, e através da história de seu tetravô fez da sua fé a continuação da fé de Moriá, Adão era o caçula de cinco filhos de Jerônimo trineto de Moriá, homem religioso mais não tinha o dom de pregar a palavra. A primeira filha mais velha foi chamada pelo Espírito Santo para cumprir uma missão na qual ela deveria ir a secreto segredo, levar e pregar a Palavra Sagrada ao submundo da prostituição esquecido pelo mundo. O terceiro filho de nome Mateus tornou-se escritor crítico religioso. As histórias de Moriá e suas gerações deixaram um legado religioso às futuras gerações.
COMENTÁRIOS DA OBRA:
Autor e leitor fazem uma jornada lado á lado para acompanhar a trajetória de um homem de pouca fé. História que foi entregue ao autor por um simples acaso. Ou será que foi um presente dado para o autor, que com suas palavras e narração de fácil compreensão pudesse passar a seus leitores uma história de vida marcante?

PÚBLICO ALVO:
O livro enfatiza tanto o público adulto como o público infanto-juvenil, através de como o autor conduz a narração.

ADEQUAÇÃO AO MERCADO:
O autor conta fatos da bíblia e da sociedade de uma forma de fácil compreensão e com alguns trechos de humor, mas sempre com muito respeito ao tema que é retratado Deus e a fé.
E conduz o leitor a balancear alguns pontos de vista que de alguma forma são sempre impostos ao mesmo quando o assunto é dessa importância, é essencial ter fé, mas sabendo o porquê se tem e questionando algumas ações para poder compreendê-las melhor.

PONTOS POSITIVOS:
• Não há dificuldades em acompanhar a trama, a leitura é tranquila.
• O autor narra à história de uma forma natural e sem quebra de imagem, o que dá ao leitor uma visão continua de todos os cenários que o personagem vai vivenciando.

PONTOS NEGATIVOS:
• Fazer uma correção gramatical para verificar pequenos detalhes como pontuação.

COMENTÁRIOS DO PARECERISTA:
Uma história dentro de outra, assim o autor inicia sua narrativa já deixando ao leitor um suspense no ar: Quem será o verdadeiro autor dessa obra? E implícito na mesma mensagem está à fé de quem inicia essa jornada junto de um personagem marcante que vai traçando seus passos até o final de sua história.
Uma narração interessante que envolve o leitor e o faz refletir de muitas formas seja a através de sua fé e da própria obra e de como ela é apresentada.

Parecerista: Thais Riotto
E-mail: thaisriotto@hotmail.com

“O DIA EM QUE A TERRA PAROU – Uma Cidade sem Luz” se encontra Registrado na Fundação Biblioteca Nacional sob o número: 06-021687-V01, contendo 272 páginas no formato 16.0 X 23.0. Onde relata as memórias de um homem de pouca fé em Deus e que foi resgatado por Ele. A história se segue até a quinta geração de um homem que a princípio era bem sucedido e que virou pedinte de rua, tornara-se um pobre coitado. Sem nome. Sem rumo. Sem endereço. Então vieram as tentativas de suicídio em vão. Porque em tudo que fazia contra si mesmo tinha a mão de Deus quem o resgatou e o transformou a serviço do SENHOR. A religião está presente na vida e na morte dessa família. Uns acreditam outros desacreditam. Uns aceitam outros rejeitam. Até onde a religião é verdade e quem realmente tem razão? O pontifício diz que a razão está com ele desde o início primitivo. O luteranismo, hoje ramificado em centenas de denominações evangélicas diz cada uma que a razão está com ela. E Deus? E Cristo? Onde realmente estão? O leitor vai saber lendo nas páginas desta inédita obra.

O CAÇADOR DE AMOR - Fugitivo da Ditadura


SINOPSE:

Ele era jovem, bom moço, filho exemplar de uma família de classe média da sua época. Conheceu o primeiro amor ainda na puberdade, contudo sofreu pela primeira vez a dor do amor que parecia não ter fim. Ele não queria viver para ver seu amor morrer, mas o sofrimento lhe fez entender que a vida é uma incógnita e a morte é uma certeza inadiável.
Ao fim da puberdade deixou a casa de seus pais e foi morar com a tia “Já” em outro Estado do País. Levou consigo lembranças que jamais esqueceu, como: o primeiro amor de “Meu Bem” e das brincadeiras com seu maior amigo da época de escola na puberdade “Allan Toste” que mais tarde viera lhe acompanhar até o fim de seus dias.
Sua primeira “transa sexual” foi com sua prima Maira filha da tia “Já”, por decisão dela que disse: “Você foi escolhido para primar a fazer-me mulher de verdade”. Viu-se naquele momento sufocado pele desejo da nudez, seu desejo podia resistir a tudo menos a uma tentação.
Ao deixar a casa da tia “Já”, “O Caçador de Amor – fugitivo da ditadura” como ficou conhecido encontrou Jully Kannel a quem ele a batizou de Helena uma jovem antropóloga com quem viveu maritalmente por um bom tempo até ela ser perseguida pela ditadura daquele país e se vê obrigada a deixar o país e o seu amor também. Helena não se rendeu à tirania, nem se vendeu ao sistema, foi exilar-se na cidade de Paysandu, a segunda maior cidade do Uruguai, localizada no rio Uruguai, fronteira com Argentina a trezentos e trinta e cinco quilômetros de Montevidéu, onde tinha uma amiga também antropóloga; cidade que a acolheu e que ela chamava de Lar – doce – Lar.
Empós Jully Kannel, a Helena. “O Caçador de Amor” passou a viver “os sete lugares, as sete vidas, os sete amores e os sete fracassos” e por conviver maritalmente com Helena, também se vê perseguido pelos caçadores de subversivos da ditadura, passou a viver de fuga e silêncio, atravessou mares, ares, florestas fugindo da violenta perseguição, da tortura tortuosa, do silêncio barulhento da morte anunciada, com a vida e a liberdade ameaçada, família dilacerada, como se fosse um enorme vulcão de comoção, sem deixar o país. Separado de Helena, lar abandonado, esconderijos denunciados, e mais uma fuga desesperada em direção a lugar nenhum. Dentre tantas mudanças ao longo de sua jornada pessoas que encontrou por onde passou marcaram sua vida, momentos que levou a conhecer várias mulheres que amou assim como as deixou, sem uma explicação óbvia.
Sete lugares levam “O Caçador de Amor” a ter sete vidas. Uma viagem de autoconhecimento e mutação, uma aventura entre um disfarce e outro para driblar os agentes da tirania, conheceu lugares, amores, fracassos, mulheres precoce, madura, inteligente, ignorante, umas com possibilidade e outras com a impossibilidade de serem amadas. O mundo da época era uma grande selva onde a caça e o caçador eram animais da mesma espécie, e, na qualidade de caçador de amor, não amou todas as mulheres que desejou, muitas ficaram apenas em sonhos; amou todas que pode amar no momento certo, porém nunca se apaixonei; a paixão pegou-lhe duas vezes: Uma pela inocência da adolescência e outra pela conveniência do seu coração, e jamais as traí com o coração.
Contudo, nada daquilo, amores possíveis e impossíveis era suficiente, estava faltando algo, ele queria mais... E sabia que, um dia, ia encontrar o que procurava como “O Caçador de Amor”, só não podia era ficar ali de boca aberta, esperando os caçadores de subversivos chegarem.
Com o fim da ditadura ele retorna ao Estado em que morava com Jully Kannel, a Helena, vai morar na mesma casa com Shaara, mulher que a classificava como amor impossível. Ali residindo, eis que certo dia ao chegar a casa recebe a notícia de que alguém esteve lá à procura dele, não encontrando ficou de voltar em outra ocasião. Passado alguns dias, pela manhã estando ele e Shaara sentados a mesa para tomar o café da manhã eis que a campainha toca e Shaara vai atender... Volta à cozinha e diz que a pessoa que havia estado lá dias atrás a esperava sentada no divã da sala de estar... Ao chegar a sala a surpreendente surpresa, estava ali a sua frente, ao seu alcance o colosso amor de sua vida, o algo que lhe faltava, o mais que ele procurava Jully Kannel a sua eterna “Helena”.
Shaara entende e deixa o caminho livre para o amor passar, passear e se reencontrar. Vendo que encontrara o que procurava ou o que caçava, o caçador de amor ou fugitivo da ditadura escolhe viver ao lado de seu grande amor Jully Kannel, a sua Helena. Após a grande festa oferecida pelo Caçador de amor aos seus ex-amores, finalmente vem o casamento e nele se fez presente amigos de ambos como convidados. Assim ele se fez ex-caçador de amor – fugitivo da ditadura.
Depois de tanta felicidade junto a Helena é novamente surpreendido, agora não pela felicidade, mas pela a infelicidade, a perda do colosso e impávido amigo, a morte de Allan Toste. Nas memórias do “ex-caçador de amor”, existem suas lembranças, as de Allan, histórias de amores contadas pelo amigo. Entre o amor e o fracasso, ao fim de todo seu calvário pode perceber que havia passado pelos “Sete Montes”. Assim, ele encerra e vira a última página vivida como “O Caçador de Amor – Fugitivo da ditadura” e vai ser feliz para sempre ao lado do seu grande amor que nem a repressão exterminou. No final do livro consta um glossário que ajudará o leitor a compreender alguns termos.

COMENTÁRIOS DA OBRA:
Uma história fascinante por entre a guerra e a ditatura contada através de uma narrativa de fácil compreensão e envolvente. Trazendo o leitor para dentro das histórias que o Caçador de Amor vai narrando.
O autor Dory Magalhães traz fatos reais com personagens fictícios e narra sete trajetórias repletas de informações e utilizando do glossário no final do livro ajuda o leitor a compreender alguns termos.

PÚBLICO ALVO:
O livro dá ênfase tanto para o público adulto como ao público infanto-juvenil, através de sua narração histórica, mas de fácil compreensão.

ADEQUAÇÃO AO MERCADO:
Com alicerce em fatos reais, o autor apresenta a ditadura de um ponto de vista histórico e transporta seus personagem e leitor para uma viagem em meio a um mundo de guerra, amor e vidas.
O autor Dory Magalhães, amarra ambas as histórias de uma forma natural que conduz o leitor a conhecer á todos os lugares por onde o personagem passou e as emoções que ele sentiu.

PONTOS POSITIVOS:
• Não há dificuldades em acompanhar a trama, a leitura é tranquila.
• È interessante à forma como o autor amarra a histórias e vai conduzindo seu leitor através dos mesmos passos dos personagens, como se fossem um só.

PONTOS NEGATIVOS:
• Fazer uma leitura para corrigir espaços a mais entre algumas palavras ao longo da narração

COMENTÁRIOS DO PARECERISTA:
Uma obra real. O autor quebra a forma como muitas vezes o leitor viu a guerra e a ditadura, e passa lhe dar fatos e histórias intrigantes que o leva a viajar no tempo e aprimorar seus conhecimentos através dessa narrativa surpreendente.

Parecerista: Thais Riotto
E-mail: thaisriotto@hotmail.com

“O CAÇADOR DE AMOR – Fugitivo da ditadura”, se encontra Registrado na Fundação Biblioteca Nacional sob o número: 47-01803-V03, contendo 222 páginas no formato 16.0 X 23.0. Onde relata as memórias de um homem que viveu sete vidas em sete lugares teve sete amores e sete fracassos durante o período da ditadura num país qualquer sem dever nada aos repressores da tirania. Época em que o país fechava a porta do passado para o seu povo viver um presente sem futuro, sem esperança, frustrando por um longo período um povo que sonhava em construir uma nação dos sonhos. O livro contém histórias de amor e ódio, vingança e traição, sedução e adultério, onde todos traiam e eram traídos.